Segundo ele, a campanha já arrecadou cerca de R$ 17 milhões, dos quais R$ 8 milhões foram utilizados para cobrir custos hospitalares e honorários advocatícios
Gilson Machado pede novas doações via pix para Bolsonaro e seu filho: "Não é barato morar nos EUA" Isac Nóbrega/Planalto
O ex-ministro do Turismo, Gilson Machado (PL-PE), publicou nesta sexta-feira, 16 de maio, um vídeo solicitando novas doações para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, a campanha já arrecadou cerca de R$ 17 milhões, dos quais R$ 8 milhões foram utilizados para cobrir custos hospitalares e honorários advocatícios. Ele destacou que a iniciativa é totalmente voluntária e transparente.
“Foi depositado em torno de R$ 17 milhões na conta dele e já foi embora metade disso. Quer dizer, em praticamente um ano, já se foi gasto com advogado, com despesa, com tudo, quase 8 milhões de reais, e agora aumentou a despesa dele”, declarou Gilson Machado.
Ele também criticou a esquerda ao justificar a campanha de arrecadação. “Nossa índole é pedir, jamais colocar a mão no que é dos outros, como a esquerda fez com os aposentados”, afirmou, em referência à investigação da Polícia Federal sobre o desvio de R$ 6,5 bilhões em aposentadorias e pensões do INSS entre 2019 e 2024.
A campanha de arrecadação via Pix foi criada em 2023 por aliados de Bolsonaro para ajudá-lo a custear despesas legais relacionadas aos diversos processos judiciais que enfrenta, incluindo a investigação por tentativa de golpe de Estado.
Além dos custos relacionados às ações na Justiça, Gilson afirmou que Bolsonaro estaria preocupado com as despesas do filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos.
“Eu vi ele preocupado com alguns números ontem. Aumentou a despesa dele, principalmente porque ele está ajudando Eduardo Bolsonaro lá nos Estados Unidos. Não é barato morar nos Estados Unidos”, completou.
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No cenário majoritário, o anúncio foi a oficialização da candidatura de Mendonça Filho ao Senado Federal.
O levantamento entrevistou 2.004 pessoas entre os dias 31 de julho e 3 de agosto.
De acordo com o instituto, a margem de erro é de dois pontos porcentuais, e o nível de confiança é de 95%.
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