André Fernandes (PL) é xingado no Aeroporto de Fortaleza por Petista Foto Montagem/Portal de Prefeitura
O deputado federal André Fernandes (PL-CE) relatou ter sido alvo de ofensas verbais e provocações no aeroporto de Fortaleza logo após desembarcar na capital cearense. Segundo o parlamentar, uma mulher se aproximou com o celular apontado para o seu rosto e passou a proferir xingamentos, enquanto tentava provocar uma reação.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Fernandes afirmou que optou por permanecer em silêncio durante toda a abordagem. De acordo com ele, a mulher teria insistido nas ofensas com o objetivo de registrar uma reação que pudesse ser usada politicamente.

No relato, o deputado afirmou que o episódio não se tratou apenas de um desentendimento isolado, mas de uma tentativa deliberada de constrangimento público. Segundo Fernandes, o silêncio teria aumentado a irritação da agressora, que buscava uma resposta para gravar imagens.
“Ela não queria debate ou crítica, queria uma reação”, afirmou o parlamentar, acrescentando que a situação teria sido pensada para gerar repercussão nas redes sociais.
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Ainda segundo André Fernandes, após o episódio ele teria identificado que a mulher participou de campanhas políticas ligadas ao Partido dos Trabalhadores (PT) no Ceará, incluindo aparições em material de propaganda eleitoral. O deputado afirma que a militante atuou na campanha de Evandro Leitão (PT), seu adversário político.
O episódio ocorre em meio a um ambiente de polarização política intensa no país, em que episódios de hostilidade entre apoiadores de diferentes correntes ideológicas têm sido cada vez mais frequentes em espaços públicos.
Especialistas em democracia e direitos civis alertam que divergências políticas não podem justificar agressões verbais ou tentativas de intimidação. A legislação brasileira prevê punições para atos de injúria, ameaça e constrangimento, independentemente de motivação política.
No encerramento de seu relato, André Fernandes afirmou que sua decisão de não reagir se deu por princípios pessoais e educação, e não por receio político. O deputado disse esperar que o episódio sirva para reflexão sobre os limites do embate ideológico e a necessidade de convivência democrática.
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