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MST manifesta apoio à Venezuela e critica ações dos EUA contra Nicolás Maduro

Na declaração, o movimento convoca a população brasileira a apoiar a Venezuela, a quem se refere como "país irmão".

Fernanda Diniz

27 de agosto de 2025 às 17:04   - Atualizado às 17:09

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, com boné do MST.

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, com boné do MST. Foto: Reprodução

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) divulgou uma nota pública em que expressa solidariedade ao povo da Venezuela diante do que classificou como uma "nova ofensiva do imperialismo estadunidense contra a Revolução Bolivariana".

Na declaração, o movimento denuncia as ações do governo dos Estados Unidos contra o presidente venezuelano Nicolás Maduro e convoca a população brasileira a apoiar a Venezuela, a quem se refere como “país irmão”.

“Apoiamos o povo venezuelano frente às ameaças e ataques do imperialismo. Denunciamos as ações dos Estados Unidos contra o presidente Nicolás Maduro e conclamamos o povo brasileiro a se solidarizar com a luta da Venezuela”, diz o texto.

O MST é historicamente alinhado a governos de esquerda na América Latina e tem mantido relações próximas com lideranças do governo venezuelano.

A manifestação ocorre em meio a um novo momento de tensão nas relações diplomáticas entre os Estados Unidos e a Venezuela, com impactos diretos no cenário político e econômico da região.

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Confira nota completa: 

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), vem publicamente expressar sua  solidariedade com o povo venezuelano frente a nova ofensiva do imperialismo estadunidense contra a Revolução Bolivariana. Denunciamos as ações dos Estados Unidos contra o Presidente Nicolás Maduro e convocamos todo o povo brasileiro a apoiar nosso país irmão. 

No último dia 9, Donald Trump anunciou um aumento da recompensa pela captura do Presidente venezuelano. Trump ofertou 50 milhões de dólares pela “cabeça” de Maduro. Os Estados Unidos não têm legitimidade para ofender a soberania de qualquer país, inclusive porque não são um exemplo de democracia. 

Os Estados Unidos são responsáveis por uma série de sanções e bloqueios, assim como faz com Cuba, que impede a entrada de alimentos, recursos energéticos, medicamentos e outros itens essenciais para a população da Venezuela. Além disso, os EUA saquearam e roubaram recursos públicos legítimos do país sul-americano. 

Frente a esta histórica ofensiva imperialista, que tem o objetivo de retomar o controle sobre o território e o petróleo venezuelano, o povo daquele país resiste e fortalece sua unidade e soberania. Graças à Revolução Bolivariana, a Venezuela não é mais um quintal estadunidense, mas a casa na qual milhões de famílias constroem seu futuro. 

O que Trump faz contra a Venezuela é similar àquilo que tenta fazer com o Brasil: acionar traidores da pátria para desestabilizar o país e violar a soberania nacional. O Presidente Lula tem sido exemplar da defesa da nossa soberania, assim como é, historicamente, o Presidente Nicolás Maduro. Esperamos que o Governo Brasileiro se solidarize com o povo venezuelano, frente à semelhança das ações imperialistas. Também convocamos as organizações populares brasileiras a demonstrarem seu apoio e defesa à Revolução Bolivariana. 

Trump, tire as mãos da América Latina!
América Latina não é quintal dos EUA!
Viva a resistência latino-americana!
Viva o povo venezuelano!

 

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