MPPE denuncia homem por vender apartamento que alugava Foto: Reprodução/ Internet
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) denunciou, na quinta-feira, 12 de dezembro, um homem acusado de aplicar um golpe envolvendo a venda de um apartamento no bairro de Coquinho, em Jaboatão dos Guararapes.
O imóvel foi "vendido" por R$ 30 mil a uma mulher, que só percebeu a fraude quando o verdadeiro proprietário apareceu para cobrar o aluguel.
De acordo com o relato da vítima à Polícia Civil, o golpe começou quando ela viu um anúncio no Facebook sobre a venda de um apartamento. Interessada, entrou em contato com o suposto vendedor e marcou uma visita ao local. Ao chegar, percebeu que o imóvel não correspondia às fotos do anúncio.
O suspeito alegou que o apartamento anunciado já havia sido vendido, mas ofereceu outro imóvel por R$ 30 mil. Para concretizar a compra, a vítima vendeu sua casa a uma amiga pelo mesmo valor e realizou o pagamento em duas transações via Pix, nos dias 20 e 21 de abril deste ano. A negociação foi formalizada em cartório, dando uma falsa aparência de legalidade.
Um mês depois, o verdadeiro dono do apartamento apareceu para cobrar o aluguel atrasado, revelando o golpe. Ao tentar contatar o homem que se apresentou como proprietário, a mulher descobriu que havia sido bloqueada.
O suspeito foi denunciado pelo crime de estelionato e encontra-se foragido. A Polícia Civil segue investigando o caso.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) denunciou Izabela Penha Souza por estelionato, sob a acusação de enganar consumidores com promessas falsas de financiamentos de veículos.
Ela teria cometido o crime em fevereiro de 2022, oferecendo aos clientes a falsa ideia de que estavam contratando um financiamento, quando, na verdade, estavam firmando um contrato de consórcio.
As investigações apontam que Izabela atuava por meio da empresa IDECK Empreendimentos, localizada no Recife.
A empresa atraía os consumidores com anúncios no Facebook, oferecendo financiamento de veículos. Ao entrarem em contato, os clientes eram orientados a pagar uma entrada, com a promessa de que poderiam retirar o veículo em uma concessionária após um certo tempo.
No entanto, ao final do período prometido, os consumidores descobriam que haviam assinado um contrato de consórcio, o que não garantia a entrega imediata do veículo, mas apenas a chance de ser sorteado futuramente para recebê-lo.
Quando perceberam o golpe, os clientes pediram o reembolso, mas foram informados de que o dinheiro seria devolvido em até 90 dias, e o valor nunca foi restituído.
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