Ex-prefeito Ivaldo Lourenço de Queiroz. Foto: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
O ex-prefeito de Chã Grande, Ivaldo Lourenço de Queiroz, morreu na manhã desta sexta-feira, 14 de novembro, aos 67 anos. Ele estava internado no Real Hospital Português, no Recife, onde tratava complicações de saúde.
Segundo relatos da família, Ivaldo havia se submetido recentemente a um transplante de fígado, cirurgia que transcorreu sem intercorrências. Depois do procedimento, porém, ele apresentou uma falência renal que o levou a sessões de diálise. Na manhã de hoje, sofreu uma parada e não resistiu.
Figura importante na política chã-grandense, Ivaldo iniciou sua trajetória como vice-prefeito, eleito em 1982 na chapa encabeçada por Jaci Moreira. Seis anos depois, venceu a disputa municipal e comandou a Prefeitura entre 1989 e 1992, período em que ainda não existia reeleição para o Executivo.
Durante sua administração, foram executadas obras de pavimentação em vários bairros, além da implantação do Centro de Convivência de Idosos (CCI), que se tornaria um dos principais equipamentos públicos voltados ao atendimento da população idosa do município.
A família deve divulgar, nas próximas horas, os detalhes sobre velório e sepultamento. O atual prefeito, Sandro Advogado, decretou três dias de luto oficial em homenagem ao ex-gestor.
Veja nota do prefeito
"É com profundo pesar que recebo a notícia do falecimento do ex-prefeito Ivaldo Lourenço de Queiroz, ocorrido nesta sexta-feira (14).
Ivaldo faz parte da história política do nosso município, tendo sido prefeito no período de 1989 a 1992 e vice-prefeito na gestão de 1983 a 1988. Seu legado e contribuição para o desenvolvimento de Chã Grande permanecerão vivos em nossa memória.
Neste momento de tamanha dor, direciono à família Queiroz nossas mais sinceras condolências. Em reconhecimento à sua trajetória, decretei luto oficial de três dias no município. Que Deus console a todos.
Sandro Advogado
Prefeito de Chã Grande".
O ex-deputado estadual Paulo Frateschi, de 75 anos, foi morto no dia 6 de novembro, após ser esfaqueado pelo próprio filho, Francisco Frateschi, em São Paulo. O ex-parlamentar chegou a ser levado ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos.
Segundo a Polícia Militar, equipes foram acionadas para atender uma ocorrência em que um homem em surto havia atacado o pai com golpes de arma branca. Paulo Frateschi foi atingido na cabeça e no braço. A mãe de Francisco tentou intervir e sofreu ferimentos leves.
Durante o socorro, o ex-deputado entrou em parada cardiorrespiratória e foi encaminhado ao Hospital das Clínicas, onde teve o óbito confirmado. Francisco foi contido e “conduzido para providências legais”, conforme informou a PM.
O local foi isolado para perícia, e o caso foi registrado no 91º Distrito Policial, responsável pela investigação.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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