Mirella Almeida encontra boneca ensanguentada com mensagem ameaçadora. Foto: Divulgação
A prefeita de Olinda, Mirella Almeida (PSD), encontrou uma boneca na noite da segunda-feira, 6 de janeiro, em sua residência. O objeto apareceu com o ventre ensanguentado e trazia a mensagem escrita “mamãe deixa eu sair”, frase que chamou atenção pelo momento pessoal vivido pela gestora, que está grávida.
A presença da boneca, associado a um simbolismo de violência e intimidação, levantou alertas sobre segurança e respeito aos limites da disputa política. Pessoas próximas relataram que o episódio causou impacto emocional imediato, sobretudo pelo fato de envolver uma referência direta à gestação da prefeita.
A boneca apresentava sinais que simulavam sangue na região do ventre, elemento que reforçou o caráter perturbador do ato. A mensagem escrita, com menção direta à maternidade, ampliou a gravidade do episódio. O conteúdo não deixou claro quem praticou o ato nem qual foi a motivação específica, mas o gesto indicou uma tentativa de intimidação pessoal.
O caso ocorre em um momento sensível da vida da prefeita. A gravidez, que já havia sido tornada pública, representa uma fase de cuidado e atenção redobrada à saúde física e emocional.
Até agora, as informações confirmam apenas o encontro do boneca na residência da prefeita, o estado do objeto e a mensagem deixada. Uma câmera de segurança chegou a flagrar um casal próximo da casa da gestora municipal, que seria os possíveis responsáveis pela intimidação.
Até o momento, Mirella Almeida não divulgou declaração pública detalhada sobre o caso. As informações conhecidas se baseiam no relato do ocorrido e nas características do objeto encontrado. A expectativa é que novos desdobramentos possam esclarecer as circunstâncias e eventuais providências adotadas.
O episódio envolvendo a prefeita Mirella Almeida segue repercutindo nos bastidores da política local e entre moradores da cidade, que acompanham com atenção qualquer atualização sobre o caso. A situação destaca os desafios enfrentados por gestores públicos, especialmente mulheres, que muitas vezes lidam com episódios que misturam intimidação, exposição pessoal e violência simbólica.
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