Lula e André Fufuca. Foto: Ricardo Stuckert/ PR
O ministro do Esporte, André Fufuca, afirmou nesta segunda-feira, 6 de outubro, que se arrepende de ter votado no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022 e declarou apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2026.
“O importante não é justificar o erro, o importante é evitar que ele se repita. Em 2022, eu cometi um erro, mas agora em 2026 pode ser que o meu corpo esteja amarrado, pode ser, mas a minha alma, o meu coração e a minha força de vontade estarão livres para brigar e ajudar Luiz Inácio Lula da Silva a ser presidente do Brasil”, disse o ministro.
A fala ocorreu durante a cerimônia de entrega de 2.837 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, em Imperatriz (MA), evento que contou com a presença de Lula.
O prazo para o desembarque de Fufuca do Governo Federal é previsto para esta terça-feira (7).
Cotado para disputar o Senado pelo Maranhão em 2026, com o apoio do presidente, Fufuca tem reiterado que não seguirá a cúpula do PP caso o partido decida romper com o governo petista.
No Planalto, a expectativa é que o ministro, permaneça ou não na Esplanada, continue atuando para ajudar o governo a fortalecer sua base de apoio no Congresso.
O União Brasil e o PP, agora unidos na federação União Progressista, anunciaram, no dia 2 de setembro, o desembarque oficial do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A saída, segundo líderes, deverá ser feita imediatamente.
"Informamos a todos os detentores de mandato que devem renunciar a qualquer função que ocupem no governo federal. Em caso de descumprimento desta determinação, se dirigentes desta Federação em seus estados, haverá o afastamento em ato contínuo. Se a permanência persistir, serão adotadas as punições disciplinares previstas no Estatuto. Esta decisão representa um gesto de clareza e de coerência. É isso que o povo brasileiro e os eleitores exigem de seus representantes.", anunciou a federação.
O principal dilema está entre os ministros. Correligionários tanto do PP como do União dizem que eles resistem a entregar a pasta.
Neste momento, o União tem o controle de três pastas - Celso Sabino (Turismo), Frederico Siqueira (Comunicações) e Waldez Góes (Integração Regional) na Esplanada dos Ministérios e o PP tem uma - André Fufuca (Esporte).
Parlamentares do União argumentam que, na verdade, o partido encabeça apenas um ministério, com Sabino, enquanto as outras indicações teriam partido pessoalmente do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
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Os dois institutos adotam metodologia quantitativa, mas apresentam diferenças na forma de abordagem dos entrevistados.
Candidata ao Senado também apresentou propostas para ampliar proteção ao público feminino.
Eles não são contabilizados como válidos nem destinados ou transferidos a qualquer candidato ou partido político.
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