Membros do MPF no Pará pedem à Secretaria-Executiva do Ministério da Mulher, Famílias e dos Direitos Humanos que apresente os supostos casos descobertos pelo ministério, indicando todos os detalhes que a pasta possua, para que sejam tomadas as providência
11 de outubro de 2022 às 09:58
O Ministério Público Federal (MPF) enviou um ofício nesta segunda-feira, 10 de outubro, à secretária executiva do Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), Tatiana Barbosa de Alvarenga, com solicitação de informações sobre supostos crimes contra crianças que a ex-titular do ministério Damares Alves anunciou ter descoberto em visita ao arquipélago do Marajó (PA). Membros do MPF no Pará pedem à Secretaria-Executiva do MMFDH que apresente os supostos casos descobertos pelo ministério, indicando todos os detalhes que a pasta possua, para que sejam tomadas as providências cabíveis. Leia também: >>>Portal de Prefeitura bate recorde com mais de 700 mil acessos no dia do primeiro turno das Eleições 2022 O MPF também pede que o MMFDH informe quais providências tomou ao descobrir os casos e se houve representação (denúncia) ao Ministério Público ou à Polícia.
O anúncio da ex-ministra foi feito no sábado, em discurso em Goiânia (GO). Segundo ela, crianças do Marajó são traficadas para o exterior e são submetidas a mutilações corporais e a regimes alimentares que facilitam abusos sexuais. Leia também: >>>Damares Alves revela descobertas chocantes de abusos em crianças: “Dentinhos são arrancados para elas não morderem na hora do sexo oral” Ela afirmou, ainda, que “explodiu o número de estupros de recém-nascidos” e que no MMFDH há imagens de crianças de oito dias de vida sendo estupradas. Segundo Damares Alves, um vídeo de estupro de crianças é vendido por preços entre R$ 50 e R$ 100 mil. MPF
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O parlamentar criticou a atual política de preços de combustíveis do governo federal e comparou com medidas adotadas durante a gestão de Jair Bolsonaro.
O anúncio oficial da chapa está previsto para esta quinta-feira, 19, no Hotel Luzeiros, na capital pernambucana.
Na declaração, o parlamentar classificou a situação como "absurda" e criticou o que considera tratamento desigual por parte das autoridades.
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