Javier Milei e Alexandre de Moraes. (Fotos: Reprodução e Rosinei Coutinho/STF)
O presidente da Argentina, Javier Milei, voltou a manifestar apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e criticou neste sábado, 25 de julho, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante discurso na Convenção Nacional do PL, realizada em São Paulo (assista o vídeo abaixo).
No evento, que oficializou a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República, Milei afirmou que pretendia reencontrar Bolsonaro durante sua passagem pelo Brasil, mas disse que não recebeu autorização para visitá-lo, já que o ex-presidente cumpre prisão domiciliar.
Ao comentar a decisão, o presidente argentino dirigiu críticas a Alexandre de Moraes, chamando o ministro de "lixo careca".
Milei também reiterou seu apoio a Bolsonaro, a quem se referiu como um "grande amigo".
O presidente argentino também citou as visitas que Lula recebeu enquanto estava preso, destacando o encontro com o ex-presidente Alberto Fernández, em 2019.
O presidente da Argentina, Javier Milei, participou neste sábado, 25 de julho, da convenção do PL no estádio do Pacaembu, em São Paulo, que oficializa a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Ao som de “Panic Show”, da banda La Renga, Milei subiu ao palco e dançou, sendo acompanhado por Flávio logo em seguida.
Antes do evento partidário, o líder argentino cumpriu agenda no Palácio dos Bandeirantes, onde recebeu do governador Tarcísio de Freitas a Ordem do Ipiranga, principal honraria do estado paulista. A programação de articulação política incluiu ainda reuniões na véspera com influenciadores digitais e um jantar com a cúpula da sigla para intensificar a mobilização da campanha.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também declarou apoio oficial à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro por meio de uma mensagem gravada em vídeo exibida durante a convenção nacional do partido.
A manifestação pública ocorre após um período de distanciamento político e familiar entre os dois, encerrado nesta semana com uma reconciliação formalizada na internet.
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Caso o pedido seja homologado, os votos atribuídos a Garotinho serão definitivamente anulados e excluídos da base de cálculo dos votos válidos.
A decisão atende a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), que não encontrou elementos que justificassem uma apuração.
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