O deputado também declarou que conversou com o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, e afirmou que ele demonstrou preocupação com a situação.
Coronel Meira e Gilson Machado. Foto: Divulgação
O deputado federal Coronel Meira (PL) publicou um vídeo nas redes sociais em que critica a circulação de panfletos e adesivos com o nome do senador Flávio Bolsonaro, que é pré-candidato à Presidência. A declaração ganhou repercussão política e gerou interpretações sobre um possível recado direcionado ao ex-ministro do Turismo Gilson Machado, que recentemente deixou o PL e se filiou ao Podemos.
No vídeo, Coronel Meira afirma que algumas pessoas tentam prejudicar o partido e lembra que determinados nomes já deixaram a legenda. A fala foi associada a Gilson Machado, que anunciou sua saída do PL nos últimos dias. O deputado também declarou que conversou com o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, e afirmou que ele demonstrou preocupação com a situação.
Durante a gravação, Meira reforçou que a colocação de material de pré-candidato nas ruas configura crime. A declaração ocorre em meio à circulação de adesivos e outdoors com o nome de Flávio Bolsonaro no estado. O senador é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e já coloco seu nome para disputar o cargo de chefe do Executivo.
O episódio também provocou reação do Partido dos Trabalhadores (PT). A sigla informou que pretende acionar a Justiça Eleitoral nos próximos dias contra aliados do ex-presidente por suposta prática de campanha eleitoral antecipada. O partido afirma que a veiculação de adesivos e outdoors com o nome de Flávio Bolsonaro em Pernambuco pode configurar promoção fora do período permitido pela legislação eleitoral.
Segundo o PT, a representação deve incluir a divulgação de materiais físicos e também publicações feitas nas redes sociais. A legenda sustenta que a legislação estabelece regras claras sobre o início da propaganda eleitoral e entende que a exposição de nome e imagem de possível candidato pode caracterizar antecipação de campanha.
Gilson Machado, que ocupou o Ministério do Turismo no governo Bolsonaro, negou que a iniciativa represente pré-campanha. Ele declarou que a divulgação dos adesivos não configura ato irregular. O ex-ministro comparou a situação ao desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Gilson afirmou que o debate atual funciona como “cortina de fumaça” e argumentou que a homenagem ao petista contou com recursos públicos.
O ex-ministro também explicou que disponibiliza os adesivos em suas redes sociais e afirmou que apoiadores realizam a distribuição de forma espontânea. Ele sustenta que não organiza estrutura formal de campanha.
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