Mauro Cid. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil
A Polícia Federal (PF) prendeu, na manhã desta sexta-feira, 13 de junho, o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro e delator da investigação sobre uma suposta tentativa de golpe. As informações são do g1, confirmadas pela corporação.
A mesma ação prendeu também o ex-ministro do Turismo Gilson Machado, no Recife. De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), Gilson Machado teria se envolvido diretamente em uma tentativa de emissão irregular de passaporte português para Cid.
A Polícia Federal (PF) informou à Procuradoria-Geral da República (PGR) que o ex-ministro pernambucano Gilson Machado teria tentado obter um passaporte português em nome do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro e delator da investigação sobre uma suposta tentativa de golpe. O objetivo seria facilitar a saída de Cid do país. Gilson nega a acusação.
A informação foi divulgada pelo colunista Guilherme Amado, do site PlatôBR. Segundo a reportagem, a tentativa ocorreu no dia 12 de maio, no Consulado de Portugal no Recife.
De acordo com a PF, Gilson Machado não conseguiu emitir o passaporte, mas a corporação alertou a PGR sobre a possibilidade de o ex-ministro tentar obter o documento em outros consulados.
No ofício enviado ao procurador-geral Paulo Gonet, a Polícia Federal destacou que arquivos encontrados no celular de Mauro Cid mostravam que, ainda em 2023, ele buscou uma assessoria para obter cidadania portuguesa. Cid chegou a enviar imagens de sua carteira funcional, além do passaporte e do comprovante de cidadania portuguesa da mãe.
Gonet comunicou ao ministro Alexandre de Moraes, relator da investigação no Supremo Tribunal Federal (STF), que concorda com a abertura de um inquérito contra Gilson Machado por possíveis crimes de obstrução de investigação, favorecimento pessoal e envolvimento com organização criminosa.
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O resultado foi confirmado durante a apuração da Justiça Eleitoral. Com 98,16% das urnas totalizadas, Raquel registrava 53,28% dos votos válidos, enquanto João Campos tinha 44,78%.
Os candidatos integraram a mesma aliança, a Frente Popular de Pernambuco. A estratégia garantiu a eleição de ambos, que se juntarão à senadora Teresa Leitão (PT) em Brasília.
Até às 20h51, 99,87% das urnas haviam sido totalizadas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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