Marília Arraes Foto: Portal de Prefeitura
A ex-deputada federal e presidente estadual do Solidariedade em Pernambuco, Marília Arraes, afastou qualquer possibilidade de fusão entre seu partido e o PSDB, legenda da governadora Raquel Lyra. Segundo ela, as tratativas em andamento envolvem federações partidárias, e não fusões.
"Tenho participado de praticamente todas as conversas, e fusão não é uma possibilidade para a gente. Até porque temos um partido bem organizado. Em vários Estados, temos quadros com condições de se elegerem deputados federais”, afirmou.
No cenário pernambucano, o Solidariedade conta com a deputada federal Maria Arraes, irmã de Marília, enquanto o PSDB não possui representantes eleitos no Estado.
Para Marília, isso assegura a liderança do Solidariedade em uma eventual federação, considerando que, conforme a regra adotada, o partido com maior número de votos para deputado federal assume o comando.
“O mais provável é que todos os partidos com menos de 20 deputados busquem formar federações. Em geral, a regra que tem sido adotada é que o comando estadual da federação fica com o partido que obteve mais votos para deputado federal. Por isso, todas as conversas do Solidariedade têm sido com partidos que tiveram menos votos que o nosso”, explicou.
O presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, conduziu uma reunião on-line na sexta-feira, 21 de fevereiro, com líderes estaduais da sigla para discutir a necessidade de o partido liderar um movimento nacional contra o extremismo na política brasileira.
Durante o encontro, também foi debatida a possibilidade de fusão com outra legenda, uma pauta que já vem sendo tratada pela direção nacional com PSD, MDB e Podemos.
Na mesma entrevista, o presidente do PSDB pediu paciência aos membros que cogitam deixar a legenda e mencionou a situação da governadora Raquel Lyra, que avalia a possibilidade de ingressar em um partido mais alinhado ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Apesar disso, Perillo garantiu que não pretende interferir em decisões individuais.
"Também tenho conversado muito com cada governador. A governadora Raquel tem sido muito correta comigo. Ela já gostaria de ter saído ou procurado um outro caminho, especialmente mais próximo ao governo do Lula, há mais tempo", declarou Perillo. "E eu tenho pedido a ela paciência, um pouco de tempo para que a gente possa tentar encontrar um caminho coletivo. Eu tenho muito respeito por ela, que faz um grande governo em Pernambuco. Agora, nós também não vamos atrapalhar o caminho dela, o projeto dela, que é um projeto importante, certamente, para Pernambuco”, afirmou o dirigente.
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O presidente da Corte afirmou que a gravidade dos acontecimentos não pode justificar medidas que desconsiderem as regras previstas na legislação e na Constituição.
Órgão afirma que Renato Machado teria ligação com grupo armado associado ao TCP.
A decisão concentra no novo processo as acusações apresentadas pelos dois ministros do STF.
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