Silas Malafaia, Jair Bolsonaro e Pablo Marçal Fotos: Reprodução/ Rede Social /// Divulgação
Silas Malafaia, um dos líderes do evento planejado para o 7 de setembro na Avenida Paulista, em São Paulo, vetou a participação do influenciador Pablo Marçal na manifestação.
O ato, que visa protestar contra o ministro Alexandre de Moraes do STF, contará com o apoio de seguidores do ex-presidente Jair Bolsonaro. No entanto, Malafaia declarou que Marçal, candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PRTB, não é bem-vindo ao ato.
A exclusão de Marçal foi justificada por Malafaia com a alegação de que o influenciador tentou alterar o foco das acusações reportadas pela Folha de S.Paulo contra Alexandre de Moraes, insinuando que a deterioração da imagem do ministro seria uma manobra para que o presidente Lula indicasse um substituto de sua preferência.
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Recentemente, a relação de Marçal com o grupo bolsonarista tem se enfraquecido. Tanto o ex-presidente Jair Bolsonaro quanto seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, expressaram críticas públicas a Marçal.
Na manhã desta quinta-feira, 22 de agosto, Bolsonaro compartilhou em seu canal oficial no WhatsApp, que conta com 1,2 milhão de seguidores, um vídeo reunindo diversos momentos em que Marçal o critica.
O compilado de vídeos traz Marçal chamando Lula e Bolsonaro de "farinha do mesmo saco", "populistas" e apoiadores de ditadores.
O ex-coach chega a dizer que Lula e Bolsonaro "significam a mesma pessoa" e que a diferença é que falta um dedo em um deles.
Em outros momentos do vídeo, Marçal aparece dizendo que há um "messias que quer ser responsável pela nação inteira e não cuida de nada" e que dois candidatos, se referindo a Lula e Bolsonaro, vão colocar uma quadrilha no Planalto.
Outros trechos do vídeo de oito minutos compartilhado por Bolsonaro trazem Marçal criticando a trajetória política do ex-presidente, lembrando que Bolsonaro não conseguiu ser presidente da Câmara, aprovou apenas dois projetos em 27 anos de mandato e não concluiu uma única obra durante sua presidência.
Em outro trecho, Marçal desafia Bolsonaro, então presidente, a entregar o governo federal com a inflação no mesmo patamar em que a encontrou, acusando-o de ter feito uma "lambança".
Eduardo Bolsonaro inclusive pediu prudência aos seus seguidores, citando suspeitas de conexão entre o PRTB de Marçal e a organização criminosa PCC, e acusou o influenciador de buscar atenção com suas declarações.
Paralelamente, o apoio da família Bolsonaro nas eleições municipais de São Paulo está direcionado ao atual prefeito Ricardo Nunes, do MDB, que é o candidato aliado do ex-presidente na disputa eleitoral.
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Segundo a reportagem, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comunicou a Fachin que conversas extraídas do celular de Vorcaro, controlador do Banco Master, trazem referências frequentes ao ministro.
A apresentação acontecerá na Marquês de Sapucaí e terá como tema a trajetória pessoal e política do chefe do Executivo.
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