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Malafaia chama deputados que votaram contra a PL da Anistia de "prostitutas da direita"

Além das críticas, Malafaia também questionou a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos de prisão, afirmando que a decisão do Supremo Tribunal Federal foi tomada "sem provas".

Cami Cardoso

20 de setembro de 2025 às 10:39   - Atualizado às 11:19

Malafaia chama deputados que votaram contra a PL da Anistia de "prostitutas da direita"

Malafaia chama deputados que votaram contra a PL da Anistia de "prostitutas da direita" Foto: Reprodução / @silasmalafaia

Na sexta-feira, 19 de setembro, o pastor Silas Malafaia criticou o voto de deputados de direita e centro contra o PL da Anistia. Para o líder religioso, os parlamentares que se posicionaram contra são “prostitutas da direita”.

"Isso é uma vergonha. É o que eu chamo de prostituição da direita, sabe? É vergonhoso estar na corja da esquerda e votar contra a urgência de um projeto." 

Além das críticas, Malafaia também questionou a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos de prisão, afirmando que a decisão do Supremo Tribunal Federal foi tomada “sem provas”.

"Bolsonaro foi condenado a 27 anos de cadeia,  mais do que um traficante. Vamos lá: por que ele foi condenado? Por dano ao patrimônio público e ao patrimônio tombado. Como, se Bolsonaro estava na América? Onde é que existe um vídeo, uma fala dele pedindo para o pessoal quebrar Brasília? Ele ficou calado aqui, foi embora em silêncio. Eu até disse que ele deveria ter falado alguma coisa, mas não falou nada. Golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático? Golpe de Estado? Golpe de Estado é contra o mandatário! Quem tentou derrubar Lula? Onde está a prova? Nenhuma! Golpe? Abolição violenta do Estado Democrático de Direito? Com que armas? Metralhadora? Bomba? Não. Foi com batom? Pedra? Pau? Isso é uma vergonha, gente." 

Confira o vídeo 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Confira como votaram os deputados pernambucanos  

A Câmara dos Deputados aprovou na noite da quarta-feira, 17 de setembro, o requerimento de urgência para o Projeto de Lei 2162/23, sobre anistia aos participantes de manifestações reivindicatórias de motivação política ocorridas entre o dia 30 de outubro de 2022 e o dia de entrada em vigor se a proposta virar lei. Foram 311 votos a favor, 163 contra e 7 abstenções. A data de votação do projeto ainda será definida.

Votaram a favor da proposta

  • André Ferreira (PL-PE)
  • Augusto Coutinho (Republican-PE)
  • Clarissa Tércio (PP-PE)
  • Coronel Meira (PL-PE)
  • Eduardo da Fonte (PP-PE)
  • Fernando Rodolfo (PL-PE)
  • Lula da Fonte (PP-PE)
  • Mendonça Filho (União-PE)
  • Ossesio Silva (Republican-PE)
  • Pastor Eurico (PL-PE)
  • Waldemar Oliveira (Avante-PE)

Votaram contra a proposta:

  • Carlos Veras (PT-PE)
  • Clodoaldo Magalhães (PV-PE)
  • Eriberto Medeiros (PSB-PE)
  • Felipe Carreras (PSB-PE)
  • Fernando Coelho (União-PE)
  • Fernando Monteiro (Republican-PE)
  • Lucas Ramos (PSB-PE)
  • Luciano Bivar (União-PE)
  • Maria Arraes (Solidaried-PE)
  • Pedro Campos (PSB-PE)
  • Renildo Calheiros (PCdoB-PE)
  • Túlio Gadêlha (Rede-PE)

Apenas dois deputados não votaram: Guilherme Uchoa (PSB-PE) e Iza Arruda (MDB-PE). O motivo não foi relatado no site da Câmara dos Deputados.

Entenda

Os projetos com urgência podem ser votados diretamente no Plenário, sem passar antes pelas comissões da Câmara.

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que um relator será nomeado nesta quinta-feira (18) para apresentar a versão de um texto que encontre apoio da maioria ampla da Casa. Segundo Motta, há visões distintas e interesses divergentes sobre os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023 e, portanto, caberá ao Plenário decidir.

Motta explicou que buscará construir com o futuro relator um texto que traga pacificação para o país.

"Tenho convicção que a Câmara conseguirá construir essa solução que busque a pacificação nacional, o respeito às instituições, o compromisso com a legalidade e levando em conta também as condições humanitárias das pessoas que estão envolvidas nesse assunto. Não se trata de apagar o passado, mas de permitir que o presente seja reconciliado e o futuro construído em bases de diálogo e respeito", disse.

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