Malafaia ataca Wagner Moura após ator chamar Bolsonaro de fascista em premiação: "Cretino" Foto: Divulgação
O pastor Silas Malafaia criticou publicamente o ator Wagner Moura nesta segunda-feira, 12 de janeiro, após as declarações do artista durante o Globo de Ouro de 2026, em Los Angeles, onde Moura venceu o prêmio de Melhor Ator de Drama pelo filme O Agente Secreto.
Em publicação na rede social X, Malafaia chamou o ator de “artista cretino” e criticou seu posicionamento político. O pastor afirmou que Moura apoia um governo que, segundo ele, destina recursos de forma inadequada à cultura, e sugeriu que os investimentos seriam uma forma de propaganda governamental. Malafaia ainda comentou sobre os salários de professores, mencionando aumentos modestos de R$ 18, e comparou com os bilhões direcionados ao setor cultural.
O pastor atacou diretamente Moura, dizendo que ele “está morando no lugar errado” e que deveria viver em Cuba, em referência à posição política do ator. As mensagens repercutiram nas redes sociais e reforçaram a divisão entre grupos políticos, especialmente após a vitória do filme no prêmio internacional.
WAGNER MOURA !
Para esse artista cretino , governo bom é dar aumento de 18 reais para professores e 18 bilhões para o que eles chamam de cultura. Na verdade é compra de consciência e propaganda de governo . Você está morando no lugar errado, ao invés de EUA , vai morar em Cuba…
A crítica de Malafaia surgiu depois que Wagner Moura descreveu o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro como de extrema direita e “fascista”. Moura também relacionou a ditadura militar à política brasileira contemporânea, afirmando que seus efeitos ainda são sentidos na sociedade e que o cinema pode ser uma forma de expressar queixas sociais.
As declarações do ator, porém, não se limitaram a críticas políticas. Moura mencionou que o Brasil passou por uma guinada à direita nos últimos dez anos e destacou a prisão do ex-presidente como parte desse contexto. Esses comentários foram interpretados por Malafaia como ataques pessoais e ideológicos, motivando a publicação com tom crítico e provocativo.
O debate em torno do filme também inclui o financiamento público. O Agente Secreto recebeu R$ 7,5 milhões do governo brasileiro via Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), administrado pela Ancine, e poderia receber mais R$ 4 milhões para distribuição no país, mas a produção decidiu não solicitar. Além disso, o projeto contou com cerca de R$ 14 milhões de governos europeus e R$ 5 milhões de investidores privados.
Críticas de Malafaia e de outros grupos ligados à direita destacam o uso de dinheiro público para financiar o cinema, enquanto defendem a importância de questionar a atuação política de artistas em premiações internacionais. O pastor reforçou essa visão em suas publicações, atacando Moura pessoalmente e ligando suas declarações ao governo federal.
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