Presidente Lula. Foto: Ricardo Stuckert / PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva parte para as visitas oficiais que realizará, entre os dias 18 e 24, na Índia e na Coreia do Sul. Uma parada para abastecimento da aeronave será feita na Tunísia, conforme informação da agenda divulgada pelo Planalto. A viagem acontece após o presidente curtir os dias de Carnaval.
A viagem à Índia é uma retribuição à visita do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, ao Brasil em julho, durante a cúpula do Brics. Em Nova Deli, capital da Índia, Lula vai participar na quinta-feira (19) da cúpula de inteligência artificial. Será a primeira vez que um presidente brasileiro vai participar de um evento global de alto nível sobre inteligência artificial. É aguardada a presença de 40 mil pessoas de 50 países durante o evento.
A agenda de Lula na Índia prevê ainda novas oportunidades de cooperação bilateral, especialmente em termos econômicos, turísticos, agrícolas, energéticos e sustentáveis, dando sequência aos acordos firmados entre os dois países durante a visita de Modi, no ano passado.
Já entre o domingo (22) e terça-feira da semana que vem (24), Lula vai cumprir uma agenda oficial em Seul, na Coreia do Sul, a convite do presidente Lee Jae Myung. A agenda na Coreia inclui a adoção de um plano de ação trienal (2026-2029) para fortalecer as relações entre os países em direção a uma parceria estratégica. O objetivo é atrair novos investimentos coreanos nas áreas de tecnologia, agropecuária e cosméticos.
Tanto na Índia quanto na Coreia do Sul, Lula vai participar de uma série de fóruns empresariais e encontros voltados ao fortalecimento estratégico com os países asiáticos.
Entre os encontros, está previsto, em Nova Deli, o Fórum Empresarial Brasil-Índia, que contará com a presença de mais de 300 empresas brasileiras, além de painéis que vão tratar de temas como minerais críticos, transição energética, segurança ambiental e agricultura familiar. Já em Seul, o Fórum Empresarial Brasil-Coreia reunirá 230 empresas brasileiras para oportunidades de diálogos econômicos e comerciais.
Estadão Conteúdo
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O jovem deputado foi o mais votado em seu estado, com 172.628 votos. A campanha de Lira arrecadou R$ 3.148.127,00, tendo como principal origem a Direção Nacional do PP.
O presidente questionou as propostas de corte fiscal apresentadas pela campanha de Flávio. "Toda vez nesse País que se fala em dureza fiscal, o que está em jogo é a política de inclusão social", declarou.
Em publicação nas redes sociais intitulada "Declaração à Nação", afirmou que o resultado das urnas expressa um desejo de mudança e associou o candidato à "reconexão" com a sociedade.
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