Papa Francisco e Lula. Foto: Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a Roma às 8h30 (horário de Brasília) desta sexta-feira, 25 de abril, para participar do funeral do papa Francisco no sábado (26).
A comitiva é composta por quatro ministros de Estado, os chefes dos Três Poderes e dez parlamentares. Além deles, estão a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, e o embaixador Celso Amorim, assessor-chefe da assessoria especial da Presidência da República.
Até o início da semana, a agenda prevista do presidente na Europa era apenas o comparecimento ao funeral do papa, sem encontros bilaterais.
Como o governo havia divulgado no começo da semana, os presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), também estão no Vaticano.
A presença deles na comitiva ocorre em meio a envios de projetos importantes do governo ao Congresso, e a viagem é vista como uma oportunidade também para alinhar as votações das propostas.
O papa Francisco morreu na segunda-feira, 21, em decorrência de um acidente vascular cerebral (AVC), seguido de insuficiência cardíaca. No dia anterior, o argentino, de 88 anos, apareceu em público no Vaticano em uma missa de Páscoa, quando fez a última saudação aos fiéis.
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Em comum, os expositores disseram que os acordos com empresas de apostas foram celebrados tendo como base as regras em vigor à época.
O ministro disse ter ficado convencido, na ocasião, de que as apostas online são "um problema de saúde pública". Ele ainda afirmou ter formado "a percepção de que as bets devem ser banidas".
Gratificações individuais variam de R$ 149,68 a R$ 10.222,32; profissionais podem contestar os valores nos dias 3 e 4 de novembro.
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