Lula se reúne com bispo presidente da Assembleia de Deus e recebe bíblia de presente. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu, nesta quinta-feira, 16 de outubro, no Palácio do Planalto, o advogado-geral da União, Jorge Messias, e lideranças da Assembleia de Deus de Madureira. O encontro teve caráter institucional e religioso, marcado por gestos simbólicos, diálogo sobre fé e temas sociais.
Participaram da reunião o bispo Samuel Ferreira, presidente da Assembleia de Deus de Madureira e presidente da ADBRAS, e o deputado federal Cezinha de Madureira (PSD-SP). Também esteve presente a ministra Gleisi Hoffmann, responsável pela articulação política do governo.
Durante o encontro, o Samuel Ferreira presenteou o presidente com uma Bíblia do Culto do Ministro e com a edição de ouro do Centenário de Glória da Igreja. O momento foi encerrado com uma oração pelo presidente e pelo Brasil, conduzida pelo bispo.
Em publicação nas redes sociais, Lula descreveu a reunião como “especial, de emoção e fé”. O presidente ressaltou que o encontro serviu para reforçar o diálogo com o segmento evangélico, que representa uma das maiores parcelas religiosas do país.
“Pude reiterar a relação de respeito que tenho pela Assembleia de Deus e o relevante trabalho espiritual e social promovido pela igreja. Um trabalho pautado em valores cristãos que também mobilizam as ações do nosso governo: respeito, fraternidade, comunhão e apoio às famílias”, afirmou Lula em suas redes.
O bispo Samuel Ferreira destacou durante a reunião o crescimento das igrejas evangélicas no Brasil e o papel de acolhimento que desempenham nas comunidades, especialmente entre famílias em situação de vulnerabilidade.
O encontro ganhou destaque no cenário político por ocorrer em meio às especulações sobre a possível indicação do pernambucano Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). Messias, que é evangélico, é visto como um dos principais cotados para ocupar a vaga aberta com a aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso, atual presidente da Corte.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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