Presidente Lula e Donald Trump, líder da Casa Branca. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou na noite desta sexta-feira, 1º de agosto, em uma postagem nas redes sociais, que segue aberto ao diálogo com os Estados Unidos (EUA), em meio a imposição de tarifas comerciais e sanções contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), e que a prioridade é reduzir os impactos econômicos e sociais das medidas unilaterais adotadas pelos norte-americanos.
"Sempre estivemos abertos ao diálogo. Quem define os rumos do Brasil são os brasileiros e suas instituições. Neste momento, estamos trabalhando para proteger a nossa economia, as empresas e nossos trabalhadores, e dar as respostas às medidas tarifárias do governo norte-americano", escreveu Lula.
A declaração ocorre horas após o presidente dos EUA Donald Trump afirmar que pode conversar com Lula em qualquer momento que o brasileiro quiser.
Anteriormente, o presidente dos Estados Unidos afirmou que o presidente Lula pode entrar em contato com ele "a qualquer momento" para tratar das tarifas impostas aos produtos brasileiros e de outros conflitos comerciais entre os dois países.
"Ele pode falar comigo quando quiser. Vamos ver o que acontece, eu amo o povo brasileiro", e acrescentou: "as pessoas que governam o Brasil fizeram a coisa errada".
As declarações ocorrem após a oficialização, na última terça-feira (30), de tarifas de 50% sobre diversos produtos brasileiros. Segundo o governo dos EUA, a medida foi tomada como resposta a uma "emergência nacional" provocada pelas ações e políticas "incomuns" e "extraordinárias" do Brasil.
Apesar da medida, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços informou que cerca de 44,6% das exportações brasileiras ficaram isentas do tarifaço.
Uma lista com cerca de 700 produtos – como aviões, celulose, suco de laranja, petróleo e minério de ferro – continuará sujeita à tarifa de 10%, anunciada anteriormente em abril.
Na quinta-feira (31), Trump assinou uma ordem executiva que impõe tarifas entre 10% e 41% a diversos países. O decreto reajusta as tarifas anunciadas pelo republicano em 2 de abril, data que ficou conhecida como o Dia da Libertação.
O texto da ordem executiva ainda sinaliza que as tarifas podem ser revistas e reduzidas, dependendo do avanço de acordos com parceiros comerciais, que, segundo o presidente norte-americano, estão em andamento.
Agência Brasil.
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