Lula quer concessão para o Metrô do Recife. Foto: Divulgação
O governo federal deve anunciar em setembro a decisão de conceder à iniciativa privada a operação do Metrô do Recife. Segundo informações divulgadas pela CNN Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já teria batido o martelo sobre o modelo de gestão e pretende oficializar a medida.
A expectativa é que Lula venha a Pernambuco para anunciar a mudança ao lado da governadora Raquel Lyra (PSD). Caberá ao governo estadual assumir a administração do sistema metroviário, conduzir o processo de concessão pública e gerenciar o contrato com a futura empresa responsável pela operação.
Os entendimentos para o novo modelo de gestão teriam avançado durante reunião realizada na última terça-feira, 5 de agosto, em Brasília. Raquel Lyra e sua equipe participaram de encontros com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, a secretária-executiva Miriam Belchior e técnicos que trabalham nos estudos de viabilidade da concessão.
Esses estudos vêm sendo conduzidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que atualizou em 2024 o levantamento inicial feito anos antes. O custo dessa revisão foi de R$ 4 milhões, pagos por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC).
O acordo entre União e Estado prevê um investimento federal superior a R$ 3 bilhões para requalificar todo o sistema. Os recursos devem ser aplicados na modernização da via permanente, na renovação da frota de trens, na melhoria da rede aérea e na recuperação das edificações. A intenção é entregar à futura concessionária um sistema atualizado e com melhores condições de operação.
O Metrô do Recife, que atende a capital e parte da Região Metropolitana, enfrenta problemas estruturais há anos, com composições antigas, falhas constantes e capacidade de transporte comprometida.
O modelo de parceria prevê que a empresa privada explore a operação comercial e a manutenção do metrô, enquanto o poder público permanece responsável por regular o serviço e fiscalizar o cumprimento das condições acordadas.
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A deputada federal recebeu 110.610 votos para a Câmara dos Deputados, enquanto Pastor obteve 75.534 votos na disputa por uma vaga na Alepe.
A nova bancada será formada por parlamentares de diferentes partidos. O PSB e o PSD aparecem com as maiores bancadas, com nove deputados eleitos cada.
O senador terminou o primeiro turno com 2.224.965 votos a mais que o petista, uma diferença de 1,87 ponto percentual. Com o resultado, os dois candidatos avançam para o segundo turno.
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