A diferença entre os dois candidatos é de 9,7 pontos percentuais no cenário apresentado pelo levantamento. A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 30 de agosto e ouviu 5.014 pessoas.
31 de agosto de 2026 às 09:14 - Atualizado às 09:22
Presidente Lula e Flávio Bolsonaro. Foto: Divulgação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, com 43,4%, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira, 31 de agosto. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece na segunda colocação, com 33,7%.
A diferença entre os dois candidatos é de 9,7 pontos percentuais no cenário apresentado pelo levantamento. A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 30 de agosto e ouviu 5.014 pessoas.
Na sequência dos dois primeiros colocados, aparecem o escritor e psiquiatra Augusto Cury (Avante), com 7,8% das intenções de voto, e o ativista Renan Santos (Missão), que registra 7,6%.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 3,3%. Já o coach Pablo Marçal (PRTB) soma 1,9%, enquanto o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) tem 1%.
A candidata Samara Martins (UP) registra 0,9% das intenções de voto. Rui Costa Pimenta (PCO) e Wilson Grassi (Democrata) aparecem com 0,1% cada. Votos brancos e nulos representam 0,1% dos entrevistados, enquanto 0,2% afirmaram não saber em quem votar.
O levantamento Atlas/Bloomberg ouviu 5.014 pessoas entre 25 e 30 de agosto. A pesquisa tem margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07972/2026.
No cenário de primeiro turno apresentado pela pesquisa, Lula aparece na liderança com 43,4%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 33,7%. Os demais candidatos somam percentuais inferiores a 10%.
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Na comparação entre os dois principais nomes do levantamento, 46,4% disseram temer mais a reeleição do petista do que a eleição do senador (45,5%).
Em um mês, a desaprovação de Lula subiu 1,7 ponto porcentual, enquanto a aprovação caiu 2,2 pontos porcentuais, de acordo com a série histórica do levantamento.
A agenda dos presidenciáveis reúne entrevistas, sabatinas, reuniões com setores da economia, encontros com apoiadores e atividades de mobilização política por todo o país.
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