De acordo com o presidente, todas as instituições que têm relação com a governança do Brasil estão unidas em torno do Estado.
13 de maio de 2024 às 17:55 - Atualizado às 17:55
Presidente Lula. Presidente Lula.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que o governo federal não terá problemas em aprovar as medidas propostas pela gestão federal no Congresso nem percalços no Supremo Tribunal Federal (STF) para dar assistência ao Rio Grande do Sul.
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De acordo com Lula, todas as instituições que têm relação com a governança do Brasil estão unidas em torno do Estado.
"Essa composição da mesa aqui é a necessidade de passar ao povo do Rio Grande do Sul que todas as instituições que têm a ver com a governança desse País, que têm a ver com a sustentabilidade da democracia neste País está unida em torno do Rio Grande do Sul", afirmou Lula, em fala transmitida durante reunião com o governador do Estado, Eduardo Leite (PSDB), nesta segunda-feira, 13.
Além de Lula e Leite, participam do encontro o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), o ministro do STF Edson Fachin - de maneira virtual - e os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, da Casa Civil, Rui Costa, da Gestão, Esther Dweck, e da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta.
Segundo Lula, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), está a caminho do encontro, mas se atrasou por conta de um velório em São Paulo.
"Não teremos problemas em aprovar as coisas na Câmara, no Senado, não teremos problemas no Tribunal de Contas da União, na Suprema Corte, porque tudo será feito de comum acordo para atender o mais rápido possível as necessidades do povo gaúcho", acrescentou Lula.
Nesta segunda-feira, o governo federal anunciou que vai propor ao Congresso a suspensão da dívida do Rio Grande do Sul por 36 meses para que o Estado tenha recursos para se reconstruir depois da devastação causada pelas enchentes.
Estadão Conteúdo
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Questionado sobre possíveis nomes para a disputa de São Paulo, Edinho evitou cravar candidaturas, mas reconheceu o peso político de Fernando Haddad .
O presidente também disse que evita confrontos diretos porque o objetivo do Brasil não envolve disputas pessoais ou tensões desnecessárias entre governos.
A declaração foi feita durante participação na CEO Conference Brasil 2026, organizada pelo BTG Pactual, em São Paulo.
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