A condecoração destaca nomes de diferentes áreas, incluindo autoridades, educadores, escritores e influenciadores que, segundo o decreto, contribuíram de forma "excepcional" para educação.
Lula e Janja. Foto: Ricardo Stuckert/PR.
O presidente Lula (PT) realizou, nesta sexta-feira, 14 de novembro, uma cerimônia no Palácio do Planalto para condecorar 262 pessoas com a Ordem do Mérito Educativo, uma das principais honrarias concedidas pelo governo federal para reconhecer serviços relevantes prestados à educação no Brasil.
A condecoração destaca nomes de diferentes áreas, incluindo autoridades, educadores, escritores e influenciadores que, segundo o decreto, contribuíram de forma “excepcional” para o avanço educacional no país.
Entre os agraciados, 28 receberam o grau de Grã-Cruz, o mais alto da honraria. A primeira-dama, Janja Lula da Silva, está no grupo, ao lado de 15 ministros do governo. A lista inclui ainda quatro ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), além do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
Esta é a quarta vez que Janja recebe uma condecoração oficial do governo Lula. Em 2023, ela foi homenageada com a Ordem do Rio Branco, maior honraria diplomática do país. No ano seguinte, recebeu a medalha de mérito Oswaldo Cruz, dedicada a quem atua em prol da saúde pública e do bem-estar da população.
Em maio de 2025, a primeira-dama também foi agraciada com a Ordem do Mérito Cultural, que reconhece contribuições relevantes para a cultura do país. A nova homenagem amplia o conjunto de distinções atribuídas a ela ao longo do atual governo.
Além das autoridades do Executivo, o governo também incluiu na lista de homenageados ministros do Supremo Tribunal Federal. O reconhecimento se estendeu aos presidentes das duas Casas Legislativas, que marcaram presença entre os agraciados do grau máximo da honraria.
Durante a 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém, a primeira-dama Janja da Silva realizou, na noite de quinta-feira (6), um coquetel destinado a receber chefes de delegação e autoridades internacionais. No entanto, segundo informações da imprensa, apenas o presidente do Chile, Gabriel Boric, marcou presença como chefe de Estado.
O evento, inicialmente programado para começar às 18h30, teve atraso e só começou efetivamente após as 20h30. A demora na programação teria sido um dos motivos pelos quais outros líderes optaram por não participar, alegando cansaço devido à intensa agenda da conferência. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também esteve presente, mas permaneceu apenas cerca de 15 minutos no local, de acordo com relatos da imprensa.
Apesar da ausência de outros chefes de Estado, o coquetel contou com a presença de importantes autoridades internacionais e nacionais. Entre eles estavam o secretário-geral da ONU, António Guterres, e o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom. Representando o Brasil, estiveram presentes a ex-presidente Dilma Rousseff, o chanceler Mauro Vieira, o general Marcos Antônio Amaro e o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
O jantar foi descrito como “imersivo” e destacou pratos com peixes tradicionais da Amazônia, reforçando a identidade regional e o compromisso do Brasil com a preservação ambiental. O cardápio buscou aliar gastronomia local à sustentabilidade, embora tenha ficado marcado mais pela baixa participação de chefes de Estado do que pelo conteúdo gastronômico.
O episódio chamou atenção da imprensa e do público, gerando comentários sobre a dificuldade de conciliar agendas durante eventos multilaterais. A limitada presença de líderes internacionais evidenciou os desafios de organizar recepções diplomáticas em conferências de grande porte, onde atrasos e longas programações podem impactar a participação oficial.
Para a primeira-dama Janja da Silva, o coquetel teve como objetivo aproximar delegações e reforçar a diplomacia brasileira em meio a um debate global sobre mudança climática. Apesar das ausências, o evento contou com importantes figuras do cenário político e ambiental, mantendo sua relevância dentro da programação oficial da COP30.
Mesmo com o comparecimento reduzido de chefes de Estado, a iniciativa reforça a presença brasileira no debate internacional sobre clima e sustentabilidade, destacando a importância de integrar políticas ambientais a ações diplomáticas e culturais.
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