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Lula reforça posição do Brasil e apoia processo na CIJ contra Israel por genocídio em Gaza

O apoio do presidente Lula ocorre após pedido da Autoridade Nacional Palestina. Além do Brasil, já intervieram no processo contra Israel mais 12 nações.

Eduarda Queiroz

15 de julho de 2025 às 14:26   - Atualizado às 14:26

Lula reforça posição do Brasil e apoia processo na CIJ contra Israel por genocídio em Gaza.

Lula reforça posição do Brasil e apoia processo na CIJ contra Israel por genocídio em Gaza. Fotos: Ricardo Stuckert/PR e Reprodução/ONU

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai se juntar a outros países na ação que acusa Israel de promover genocídio na guerra contra os palestinos na Faixa de Gaza, a informação foi confirmada pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, durante uma entrevista à rede de TV AI Jazeera. A iniciativa é da África do Sul que decidiu abrir o processo em dezembro de 2023.

O ministro foi perguntado sobre o motivo do Brasil ter se ausentado durante tanto tempo quanto o apoio formal ao processo na Corte Internacional de Justiça (CJI), já que Lula se mostrou diversas vezes contra o Hamas, e acusou publicamente de "genocídio", "limpeza étnica" e "crimes cometidos pelas Forças de Defesa de Israel".

"Nós vamos [apoiar]. Estamos trabalhando nisso. Vocês terão essa boa notícia muito em breve", disse Vieira.

Na oportunidade, o titular da pasta aproveitou para dizer que foi feito "um grande esforço pela mediação, mas os últimos acontecimentos dessa guerra nos fizeram tomar a decisão de nos juntar à África do Sul na CIJ".

O apoio de Lula foi concedido a pedido da Autoridade Nacional Palestina e gerou críticas dentro do país, além de reações negativas por parte da comunidade judaica e do governo de Tel Aviv.

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"Não podemos permanecer indiferentes ao genocídio praticado por Israel em Gaza", afirmou Lula.

Além do Brasil, já intervieram no processo contra Israel os seguintes países: Colômbia, Líbia, México, Palestina, Espanha, Turquia, Chile, Maldivas, Bolívia, Irlanda, Cuba e Belize.

Rabino defende fim do Estado de Israel

Durante sessão solene no Plenário da Câmara dos Deputados na quarta-feira, 2 de junho, um rabino defendeu o fim do Estado de Israel, ao qual definiu como "a personificação e a definição mais clara do antissemitismo", conceito que se refere à hostilidade ou preconceito contra judeus.

"A diferença de religião nunca foi causa de conflito. A ocupação sionista da Palestina é a causa principal do derramamento de sangue trágico e contínuo que ocorre há mais de cem anos tanto de árabes quanto de judeus. Ser contra o Estado sionista de Israel não é ser contra os judeus, nem ser antissemita. Na verdade, o Estado de Israel é a personificação e a definição mais clara do antissemitismo", disse o rabino Yisroel Dovid Weiss, líder espiritual judeu, nascido nos Estados Unidos, conhecido pelo ativismo antissionista.

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