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Dia dos Namorados: Lula beija e dá flores a Janja durante evento em Minas Gerais

"Cada companheira dá um beijo no seu companheiro e dá uma flor. É o dia da gente abraçar quem a gente gosta, quem a gente ama", disse o petista.

Jameson Ramos

12 de junho de 2025 às 15:19   - Atualizado às 15:19

Primeira-dama Janja e o presidente Lula se beijando em Minas Gerais.

Primeira-dama Janja e o presidente Lula se beijando em Minas Gerais. Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Lula aproveitou o Dia dos Namorados, comemorado nesta quinta-feira, 12 de junho, para homenagear a primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, durante evento em Mariana, Minas Gerais.

O presidente presenteou a sua esposa com flores e deu um beijo em Janja em cima do palco, sendo aplaudido pelos presentes.

“Hoje é um dia especial, hoje é o dia de cada companheiro dar uma flor ou um beijo na companheira. Cada companheira dá um beijo no seu companheiro e dá uma flor. É o dia da gente abraçar quem a gente gosta, quem a gente ama”, disse o petista.

Na sequência, Lula entrega uma flor branca para Janja. “Então, eu queria, Janja, te dar uma flor aqui. Te dar uma flor. É singela, foi comprada. Eu estou sem dinheiro, mas é com muito amor que eu te dou essa flor aqui, em homenagem ao Dia dos Namorados".

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Agenda em Mariana

O presidente cumpre agenda na cidade de Mariana, onde anunciou avanços do Acordo Rio Doce. Na agenda, o presidente anunciou medidas voltadas à reparação dos danos provocados pelo rompimento da barragem do Fundão, em 2015, e para o fortalecimento da produção agrícola no estado. As ações fazem parte de uma ampla agenda do Governo Federal em busca de justiça socioambiental, reconstrução e desenvolvimento sustentável que atenderá 37 mil famílias e destinará cerca de R$ 132 bilhões.

Pobre

Lula aproveitou a ocasião para criticar os mais ricos do país e disse que não foi eleito para "fazer benefício para rico". Segundo ele, os ricos recebem R$ 860 bilhões em isenções fiscais e o Brasil vive uma "sina desgraçada de que pobre tem que nascer e morrer pobre".

"Eu não fui eleito para fazer benefício para rico. Eu quero que eles ganhem o que eles têm direito. Eu não quero impedir que eu bote as pessoas mais pobres na escola, eu não tive escola e oportunidade. Eu quero garantir que o filho de uma empregada doméstica possa disputar a mesma vaga na universidade que o filho da patroa dela, e que vença o melhor", afirmou o presidente.

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