O presidente Lula, em seu discurso, defendeu a definição de prioridades nacionais em um planejamento de longo prazo e afirmou que o País precisa estabelecer um projeto com horizonte de 10 a 15 anos.
Lula aponta Haddad como sucessor à Presidência e defende projeto de longo prazo na Convenção do PT Foto: Ricardo Stuckert/PR
No discurso que fez na Convenção Nacional do PT neste domingo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição nas eleições gerais de outubro deste ano, lançou o ex-ministro Fernando Haddad (PT), candidato ao governo der São Paulo neste pleito, como seu sucessor na Presidência da República.
O discurso aposta na sua vitória para mais um mandato consecutivo no Palácio do Planalto e também na conquista do Palácio dos Bandeirantes por Haddad.
"Agora é hora de pensar nesse País. Qual é o país do futuro que eu vou entregar quando você, Haddad, depois de governar São Paulo por oito anos, estiver sendo presidente da República", disse Lula em seu discurso, emendando depois, num afago aos outros correligionários: "Ou você, Rafael Fonteles? Quem sabe sai do Piauí o próximo? Ou quem sabe do Ceará. Ou quem sabe de Pernambuco. De algum lugar vai sair. E da Bahia? Essa eleição de agora é para definir que país a gente vai deixar do ponto de vista das coisas que ainda não fizemos."
Na Convenção Nacional do PT que oficializou a candidatura da chapa de Lula e Geraldo Alckmin para o Executivo Nacional, Haddad discursou.
"O Brasil está sendo reconstruído e vai continuar seguindo em frente. De cabeça erguida, sem abaixar a cabeça diante do presidente de nenhum outro país, sem colocar boné de presidente de nenhum outro país", salientou o ex-ministro.
O presidente Lula, em seu discurso, defendeu a definição de prioridades nacionais em um planejamento de longo prazo e afirmou que o País precisa estabelecer um projeto com horizonte de 10 a 15 anos. "Precisamos decidir o que é prioridade no País", frisou ele.
Estadão Conteúdo.
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De acordo com a CBTU, a iniciativa atende à Resolução nº 23.759/2026 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determina a oferta gratuita de transporte coletivo urbano.
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