Socorro Pimentel, líder do governo e Raquel Lyra. Foto: Divulgação
A líder do Governo Raquel Lyra na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputada Socorro Pimentel (União Brasil), defendeu a Polícia Civil nesta segunda-feira, 26 de janeiro, após a corporação investigar uma denúncia anônima contra o secretário de Articulação Política e Social da Prefeitura do Recife, Gustavo Monteiro.
Para a parlamentar, o problema central do episódio foi o vazamento das informações da investigação, que, segundo ela, “colocou em risco uma instituição séria”.
Socorro Pimentel afirmou que questionar a atuação da Polícia Civil traz prejuízos ao Estado. Na avaliação da deputada, “colocar em dúvida a Polícia Civil não é bom para Pernambuco”.
Ela também rebateu críticas à apuração, ao questionar:
“Investigar possível recebimento de propina é ataque à democracia? Ou apenas afronta interesses particulares de determinado grupo político?”.
A parlamentar destacou ainda que a própria polícia concluiu que a denúncia contra Gustavo Monteiro não procedia e decidiu pelo arquivamento do caso.
A líder também reagiu às acusações da oposição de que a governadora Raquel Lyra (PSD) teria utilizado a polícia para perseguir adversários políticos.
Segundo Socorro Pimentel, a defesa da democracia é uma das principais bandeiras da governadora, e a oposição estaria agindo de forma desonesta ao transformar a apuração em espetáculo.
“A oposição usa de má fé ao tentar fazer de uma investigação policial um circo midiático”, afirmou.
Por fim, a líder do governo reforçou que a lei deve valer para todos e criticou ataques à corporação.
“Nenhum político, ocupante de cargo público ou cidadão comum pode estar acima da lei. Colocar em xeque a lisura com a qual trabalham os servidores da Polícia Civil de Pernambuco é ir contra o Estado Democrático de Direito”, concluiu.
2
3
05:18, 08 Out
23
°c
Fonte: OpenWeather
Ex-líder da oposição reassume mandato em 2027 após ficar na suplência nas eleições municipais de 2024.
O caso está pendente de manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e será julgado pelo plenário da Corte.
Segundo a Promotoria de Justiça, a eleição realizada em fevereiro não estaria de acordo com o entendimento firmado pelo STF no julgamento das Ações Diretas de Inconstitucionalidade.
mais notícias
+