Socorro Pimentel, líder do governo e Raquel Lyra. Foto: Divulgação
A líder do Governo Raquel Lyra na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputada Socorro Pimentel (União Brasil), defendeu a Polícia Civil nesta segunda-feira, 26 de janeiro, após a corporação investigar uma denúncia anônima contra o secretário de Articulação Política e Social da Prefeitura do Recife, Gustavo Monteiro.
Para a parlamentar, o problema central do episódio foi o vazamento das informações da investigação, que, segundo ela, “colocou em risco uma instituição séria”.
Socorro Pimentel afirmou que questionar a atuação da Polícia Civil traz prejuízos ao Estado. Na avaliação da deputada, “colocar em dúvida a Polícia Civil não é bom para Pernambuco”.
Ela também rebateu críticas à apuração, ao questionar:
“Investigar possível recebimento de propina é ataque à democracia? Ou apenas afronta interesses particulares de determinado grupo político?”.
A parlamentar destacou ainda que a própria polícia concluiu que a denúncia contra Gustavo Monteiro não procedia e decidiu pelo arquivamento do caso.
A líder também reagiu às acusações da oposição de que a governadora Raquel Lyra (PSD) teria utilizado a polícia para perseguir adversários políticos.
Segundo Socorro Pimentel, a defesa da democracia é uma das principais bandeiras da governadora, e a oposição estaria agindo de forma desonesta ao transformar a apuração em espetáculo.
“A oposição usa de má fé ao tentar fazer de uma investigação policial um circo midiático”, afirmou.
Por fim, a líder do governo reforçou que a lei deve valer para todos e criticou ataques à corporação.
“Nenhum político, ocupante de cargo público ou cidadão comum pode estar acima da lei. Colocar em xeque a lisura com a qual trabalham os servidores da Polícia Civil de Pernambuco é ir contra o Estado Democrático de Direito”, concluiu.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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