Alguns comentários destacaram a falta de compromisso com os valores cristãos e a necessidade de manter uma clara separação entre o sagrado e o secular.
06 de junho de 2024 às 20:01 - Atualizado às 20:01
Foto Montagem/Portal de Prefeitura Foto Montagem/Portal de Prefeitura
O pastor e gospel/">cantor gospel Kleber Lucas está no centro de uma controvérsia após a divulgação de um vídeo onde ele entoa a música "Não chore mais (No woman no cry)", um clássico de Gilberto Gil. O material, compartilhado pelo portal Fuxico Gospel, mostra Kleber em um ambiente intimista, acompanhado por uma banda, enquanto os presentes se unem à canção.
O vídeo rapidamente gerou uma onda de críticas por parte de segmentos evangélicos mais conservadores. Muitos expressaram desapontamento com o comportamento do artista, enfatizando que tal atitude não condiz com a postura esperada de um líder religioso. Alguns comentários destacaram a falta de compromisso com os valores cristãos e a necessidade de manter uma clara separação entre o sagrado e o secular.
As críticas enfatizaram a expectativa de que figuras públicas ligadas à fé, como Kleber Lucas, sirvam como exemplos de santidade e dedicação ao evangelho, evitando associações com elementos considerados "do mundo". Muitos argumentaram que a conduta do pastor poderia confundir os fiéis e minar a mensagem que ele busca transmitir através de sua música gospel.
A controvérsia em torno do vídeo destacou a sensibilidade existente dentro de certos círculos evangélicos em relação à participação de líderes religiosos em eventos que incluam músicas não relacionadas à fé. Kleber Lucas ainda não se pronunciou sobre as críticas recebidas.
3
12:39, 07 Mar
28
°c
Fonte: OpenWeather
Receita Federal anuncia atraso na divulgação das regras do IRPF 2026 e indica que declaração começará apenas em 17 de março, com fim em 29 de maio.
O pastor americano Jack Hibbs aponta passagens bíblicas que, segundo ele, estariam se cumprindo nos conflitos no Oriente Médio.
Segundo nota divulgada pelo STF, o conteúdo foi tornado público pela CPI do INSS, que recebeu o material por ordem do ministro André Mendonça, relator do caso na Corte.
mais notícias
+