Rafael Penedo da Silva sendo conduzidoo e mulher que foi morta pelo réu. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Rafael Penedo da Silva, hoje com 42 anos, recebeu a pena de 15 anos e 8 meses de prisão por assassinar, com 20 facadas, Thatiany Miranda Santos, de 29 anos. O caso ocorreu no dia 28 de março de 2019, no bairro de Ouro Preto, em Olinda.
O julgamento aconteceu nesta quinta-feira, 4 de novembro, no Fórum de Olinda, e o réu optou por confessar o crime. Ao Portal de Prefeitura, a defesa de Rafael, composta pelos advogados Guilherme Monteiro, Ângela Lima e Sergio Camilo, comentou, com exclusividade, a sentença recebida. (veja vídeo abaixo)
A vítima, na época, trabalhava como auxiliar administrativa em uma farmácia e morava em Ouro Preto. Já dentro de um relacionamento, Thatiany conheceu Rafael no expediente, porém, o homem queria algo a mais. Negando, Penedo passou a insistir.
Segundo a mãe da jovem, ele teria criado uma obsessão, levando-o a esfaquear a vítima diversas vezes.
Everaldo Santos Silva foi condenado na segunda-feira, 24 de novembro, a 83 anos e 6 meses de prisão pelo Tribunal do Júri de Caruaru pelo assassinato da ex-companheira, Suilam Mirelle de Almeia, e a enteada de 10 anos, Vitória Tauani, em setembro de 2023. O julgamento se deu no Fórum do município localizado no Agreste de Pernambuco.
A decisão determinou que o réu cumpra a pena em regime fechado. O Tribunal fixou 30 anos de reclusão pela morte de Suilam e 50 anos pelo homicídio da menina. A esses períodos foram acrescentados mais 3 anos e 6 meses de prisão, além de 301 dias-multa, pela prática de furto de objetos da casa onde o crime aconteceu.
Suilam e a filha foram encontradas mortas dentro da residência na noite de 11 de setembro de 2023. A perícia concluiu que ambas foram estranguladas, possivelmente um dia antes da descoberta. Everaldo, que havia sido marido de Suilam e era padrasto de Vitória, foi preso em flagrante no dia seguinte.
As investigações indicaram que, após os homicídios, o réu tentou forjar um latrocínio. Para isso, retirou pertences da residência e espalhou indícios que simulavam um assalto, numa tentativa de desviar a linha de apuração policial.
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No recurso, o tribunal alegou que o pagamento não pode ser suspenso antes de o Congresso aprovar regras para definir quais verbas indenizatórias podem ser admissíveis
Muitos pacientes sequer tinham condições de arcar com os valores cobrados e contraíram dívidas para fazerem os pagamentos pleiteados, diz o Ministério Público na denúncia.
Após ter sido adiado quatro vezes, o julgamento que vai decidir sobre a medida deve ocorrer nesta quarta-feira, 11 de fevereiro.
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