Deolane Bezerra deixa presídio de Buíque após decisão do TJPE. Fotos: Reprodução. Edição: Portal de Prefeitura
Deolane Bezerra, influenciadora, empresária e advogada, foi liberada do presídio em Buíque, no Agreste de Pernambuco, na tarde desta terça-feira, 24 de setembro. A soltura ocorreu após decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), que beneficiou 17 investigados no total.
O habeas corpus foi concedido pelo desembargador Eduardo Guilliod Maranhão, relator do caso, atendendo a um pedido da defesa de Darwin Filho, também suspeito de envolvimento no esquema. A decisão foi estendida aos demais detidos.
O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) determinou na noite da segunda (23), a liberação das pessoas presas sob a Operação Integration, que investiga alegações de lavagem de dinheiro e jogos ilegais.
Dentre os liberados estão a influenciadora Deolane Bezerra, sua mãe Solange Bezerra, e Darwin Henrique da Silva Filho, proprietário da Esportes da Sorte.
O desembargador Eduardo Guilliod Maranhão, relator do processo, deferiu um habeas corpus solicitado pela defesa de Darwin Filho.
O juiz atendeu ao pedido da defesa de Darwin Filho e concedeu a soltura aos demais presos na operação.
Foi-se determinado as seguintes medidas para os investigados agora em liberdade:
O desembargador também proibiu os investigados de frequentarem qualquer empresa que esteja relacionada à investigação da Operação Integration ou participar de qualquer tipo de decisão sobre a atividade econômica de qualquer empresa que faça da investigação. Também estão proibidos de fazer publicidade ou citar qualquer plataforma de jogos.
As pessoas beneficiadas com a medida são:
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A decisão judicial prevê ainda o bloqueio de até R$ 324,2 mil em ativos financeiros de quatro integrantes da família.
O caso teve origem em janeiro de 2025, em uma publicação na rede social X, sobre a deputada. Na ocasião, o jornalista se referiu a Erika Hilton como "uma verdadeira fake news humana essa coisa".
O órgão pede ainda o pagamento de R$ 50 milhões por danos morais coletivos. A empresa tem até 24 horas, a partir da notificação, para remover 14 conteúdos identificados pelo MPT.
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