Ex-presidente, Jair Bolsonaro. Foto: Marcos Corrêa/PR
O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta terça-feira, 25 de março, a análise da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete investigados.
O julgamento acontece na Primeira Turma do STF e seguirá até quarta-feira (26). O processo pode tornar os acusados réus por suposta tentativa de golpe de Estado.
A denúncia apresentada pela PGR aponta que Bolsonaro e os demais investigados integravam o chamado "núcleo 1" da tentativa de golpe, que teria sido articulado para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O grupo é acusado de organização criminosa armada, abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Se condenados, os réus podem pegar até 46 anos de prisão.
A Primeira Turma do STF, responsável pelo julgamento, conta com os ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Flávio Dino e Luiz Fux. A análise acontece em três sessões extraordinárias, marcadas para esta segunda-feira, às 9h30 e às 14h30, e na terça-feira, às 9h30.
Entre os denunciados, além de Bolsonaro, estão Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin); Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Anderson Torres, ex-ministro da Justiça; Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional; Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa; Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro; e Paulo Sérgio Nogueira, ex-comandante do Exército.
A transmissão ao vivo do julgamento vai acontecer através dos canais da TV Justiça, a partir das 9h30.
Para quem gosta de uma transmissão mais parcial, o Partido dos Trabalhadores (PT) também vai transmitir o julgumento ao vivo pelos canais PT Brasil no YouTube e PTSat, canal 1313 da antena parabólica. A live conta com a participação de líderes políticos, incluindo o presidente do partido, senador Humberto Costa, e o secretário nacional de comunicação, deputado Jilmar Tatto.
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