José Sarney. Foto: Lula Marques/Agência Brasil
O ex-presidente da República José Sarney foi internado na quinta-feira, 24 de setembro, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para tratar um quadro de pneumonia bacteriana.
De acordo com boletim médico, Sarney passa por avaliação clínica e continuidade do tratamento para pneumonia, já que o quadro vinha sendo acompanhado em São Luís.
O quadro clínico do ex-presidente, de acordo com o hospital, é considerado estável. Os cuidados são coordenados pelo médico Roberto Kalil Filho.
Escritor e político, José Sarney foi o primeiro presidente da República da era da redemocratização, entre 1985 e 1990. Depois disso, foi senador por três mandatos, entre 1991 e 2015.
No ano passado, Sarney participaria de uma cerimônia em Minas Gerais para lembrar os 40 anos da morte de Tancredo, mas cancelou a agenda após ser diagnosticado com covid-19. Ele se recuperou e foi liberado pela equipe médica dias depois.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou no dia, 15 de março, em seu perfil na rede social X, que ainda é preciso defender a democracia contra a volta do autoritarismo.
A publicação foi feita em celebração ao 15 de março, data que em 1985 marcou a posse do primeiro presidente da República civil, após os anos da ditadura militar instaurada em 1964.
"Mais que a posse de um presidente da República, 15 de março de 1985 será lembrado como o dia em que o Brasil marcou o reencontro com a democracia. O presidente José Sarney governou sob a constante ameaça dos saudosos da ditadura, mas com extraordinária habilidade e compromisso político criou as condições para que escrevêssemos a Constituição Cidadã de 1988, e mudássemos a história do Brasil", escreveu Lula.
O presidente disse que, em 40 anos de democracia, o Brasil passou por "momentos muito difíceis", mas com "passos importantes para a construção do país que sonhamos".
4
18:14, 15 Out
28
°c
Fonte: OpenWeather
Ao todo, os recursos contemplam 278.063 beneficiários, distribuídos em 218.651 processos.
De acordo com relatório do Coaf, o grupo, que contaria com a participação de policiais civis, é suspeito de movimentar mais de R$ 7,6 bilhões.
O novo método foi oficializado por meio de uma portaria publicada nesta quinta-feira, 15 de outubro, no Diário Oficial da União, e estabelece critérios de diagnóstico, inclusão e exclusão de pacientes.
mais notícias
+