Titular do Blog Manoel Medeiros afirma que a decisão foi motivada pelas tentativas de silenciamento e censura que têm sido impostas sistematicamente contra ele.
20 de julho de 2026 às 19:30 - Atualizado às 19:37
Jornalista e economista, Manoel Medeiros. Foto: Divulgação
O jornalista e economista Manoel Medeiros vai disputar um mandato de deputado estadual em Pernambuco nas eleições de outubro. Filiado ao Partido Novo desde o final do prazo legal, no início de abril deste ano, o titular do Blog Manoel Medeiros afirma que a decisão foi motivada pelas tentativas de silenciamento e censura que têm sido impostas sistematicamente contra ele e pela importância de trabalhar por um Poder Legislativo mais transparente e econômico.
“Desde o episódio em que fui exposto e perseguido por denunciar, no meu direito de cidadão, indícios de corrupção num gabinete parlamentar da Alepe, tenho sido alvo de uma verdadeira guerra jurídica para me calar e impedir que questionamentos sejam feitos. Para garantir que possa ter um espaço democrático para falar e trazer à tona questões importantes para Pernambuco, disputarei por um mandato na Alepe, onde chegaram a abrir um inquérito policial contra mim”, explica.
Formado em jornalismo pela UFPE, além de economista graduado pela Unicap, Manoel é natural do Recife, tem 39 anos e iniciou sua carreira como repórter de política do Jornal do Commercio em 2009. Depois, entre 2011 e 2022, foi assessor da Câmara do Recife e da Assembleia Legislativa de Pernambuco como assessor de Priscila Krause (PSD). Compôs a equipe de transição da governadora Raquel Lyra (PSD), assumindo depois os cargos de secretário executivo de Informações Estratégicas e assessor especial.
Tem especialização em Planejamento e Gestão Pública pela Universidade de Pernambuco (2012) e é master em liderança, política e gestão pública pelo Centro de Liderança Pública (CLP)/Fundação Armando Álvares Penteado (2025), de São Paulo.
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O órgão pede ainda o pagamento de R$ 50 milhões por danos morais coletivos. A empresa tem até 24 horas, a partir da notificação, para remover 14 conteúdos identificados pelo MPT.
Perante o Plenário, AGU sustentou que o diagnóstico, por si só, não justifica o afastamento definitivo do serviço militar.
A solenidade está prevista para 18 de dezembro, após o término dos prazos legais para o processamento dos resultados e eventuais contestações.
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