Janja usa casaco com bordado tradicional da Palestina na ONU. Fotos: Reprodução/ Redes Sociais
A primeira-dama Janja da Silva, utilizou um casaco com bordado tradicional palestino na abertura da Assembleia Geral da ONU, realizada nesta terça-feira, 23 de setembro, em Nova York.
Nas redes sociais, Janja explicou o motivo da escolha da peça.
"Por mais um ano, trago as mulheres palestinas junto a mim na abertura da Assembleia Geral da ONU. Me visto com o tradicional bordado Tatreez, feito por mãos majoritariamente femininas, ao logo dos séculos", disse a primeira-dama no vídeo.
A primeira-dama acompanhou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), responsável pelo discurso de abertura dos debates entre chefes de Estado.
Na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas nesta terça-feira, 23, Lula iniciou seu discurso com um recado duro contra os Estados Unidos e contra Bolsonaro, apesar de não mencionar nominalmente o ex-presidente brasileiro, os norte-americanos ou mesmo o presidente Donald Trump. Também disse que a autoridade da Organização das Nações Unidas (ONU) "está em xeque".
O petista disse que o Brasil, "mesmo sob ataque sem precedentes", decidiu "resistir e defender sua democracia".
Segundo ele, "em todo o mundo, forças antidemocráticas tentam subjugar as instituições e sufocar as liberdades, cultuam a violência, exaltam a ignorância, atuam como milícias cívicas e digitais e cerceiam a imprensa"
"Não há justificativa para as medidas unilaterais e arbitrárias contra nossas instituições e nossa economia. A agressão contra a independência do Poder Judiciário é inaceitável. Essa ingerência em assuntos internos conta com auxílio de uma extrema-direita subserviente e saudosa de antigas hegemonias. Falsos patriotas arquitetam e promovem publicamente ações contra o Brasil. Não há pacificação com impunidade", declarou.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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