Janja candidata em 2026? Foto: Divulgação
A possibilidade de Janja ser candidata em 2026 tem ganhado manchetes, mas segue mais como especulação do que projeto real. Rosângela da Silva, a socióloga e atual primeira-dama conhecida nacionalmente como Janja, declarou publicamente que não pretende disputar nenhum cargo político — tampouco a Presidência da República — em 2026.
Em entrevista recente ao podcast “Se ela não sabe, quem sabe?”, Janja afirmou:
“Não me imagino [ter uma carreira política]”.
Segundo ela, o plano para o futuro é bem mais pessoal: viajar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após o fim de seu mandato. No entanto, mesmo com sua recusa, a possibilidade de Janja candidata em 2026 voltou a ser discutida por segmentos da imprensa e até por membros do PT — ainda que de forma isolada e sem apoio formal do partido.
Pesquisas recentes do PoderData, realizadas entre março e junho de 2025, mostram o tamanho do desafio que uma eventual candidatura enfrentaria. Entre os eleitores que conhecem Janja, cerca de 50% reprovam sua atuação no governo. Apenas 29% a 31% aprovam, e cerca de 20% não têm opinião formada. A rejeição é ainda mais expressiva no Norte (57%) e no Nordeste (53%).
Além do desgaste popular, a hipótese de Janja candidata em 2026 encontra barreiras jurídicas. Pela Constituição Federal, cônjuges de mandatários em exercício não podem concorrer ao mesmo cargo que seus companheiros, exceto em situações muito específicas — como o caso da ex-governadora Rosinha Garotinho em 2002, no Rio de Janeiro.
Apesar das especulações, o PT continua centrado em uma possível nova candidatura de Lula à reeleição. Segundo Janja, essa decisão cabe exclusivamente a ele. “Se ele estiver forte e bem, estará no páreo”, declarou a primeira-dama.
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Primeiros boletins de urna do exterior mostram resultados distintos em nove países; diferença de fuso horário antecipou o encerramento da votação.
O candidato chegou ao local de votação, uma escola municipal, às 8h07. Ele estava acompanhado da mulher, Fernanda Bolsonaro, e foi cumprimentado por eleitores.
Entre os principais crimes apurados estão a propaganda eleitoral irregular e a corrupção eleitoral, especialmente a compra de votos.
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