Pernambuco, 12 de Fevereiro de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Itamaraty detalha gastos e revela custo superior a R$ 6 milhões em viagem de Lula à ONU

Gastos com hospedagem e serviços foram detalhados pelo Itamaraty em resposta enviada à Câmara dos Deputados.

Pedão Repórter

18 de janeiro de 2026 às 17:52   - Atualizado às 17:53

Presidente Lula teve gastou quase R$ 6 milhões em viagem à ONU.

Presidente Lula teve gastou quase R$ 6 milhões em viagem à ONU. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A viagem do presidente Lula a Nova York, nos Estados Unidos, para participar da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em setembro de 2025, custou pelo menos R$ 6 milhões aos cofres públicos. Os dados constam em informações oficiais encaminhadas pelo Ministério das Relações Exteriores à Câmara dos Deputados.

Os números foram divulgados após um requerimento apresentado por um parlamentar e detalham despesas bancadas pelo Itamaraty durante o período em que a comitiva presidencial esteve nos Estados Unidos.

Gastos detalhados da viagem presidencial

De acordo com o Itamaraty, a maior parte das despesas está relacionada a hospedagem e contratação de serviços necessários para a participação do Brasil no evento internacional. Os valores foram pagos, em sua maioria, em dólar, o que impactou diretamente o custo final em reais.

Despesas com hospedagem

Os registros apontam um gasto de cerca de 553 mil dólares com hospedagem da delegação brasileira em Nova York. Considerando a cotação do dólar na época da viagem, o valor corresponde a aproximadamente R$ 2,9 milhões.

Serviços e interpretação simultânea

Além da hospedagem, foram desembolsados cerca de 603 mil dólares com serviços diversos, como material de escritório e interpretação simultânea, utilizados durante os compromissos oficiais. Esses gastos representam algo em torno de R$ 3,2 milhões. Também houve uma despesa adicional próxima de R$ 100 mil especificamente com serviços de intérpretes.

Veja Também

Somadas, as despesas elevam o custo total da viagem para cerca de R$ 6,1 milhões.

Comitiva oficial e custeio das despesas

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a comitiva oficial que acompanhou o presidente contou com quatro integrantes, além de Lula. Entre eles estavam ministros de Estado, cujas despesas foram integralmente custeadas pelo governo federal.

Outros participantes da delegação brasileira, como a primeira-dama e o representante do Brasil junto à ONU, participaram da agenda em Nova York sem custos diretos pagos pelo Itamaraty, conforme informou a pasta.

Transparência e repercussão política

A participação do Brasil na Assembleia Geral da ONU é considerada estratégica do ponto de vista diplomático, já que o evento reúne líderes de diversos países para discutir temas globais como economia, meio ambiente, direitos humanos e segurança internacional.

Ao mesmo tempo, a divulgação dos valores reacendeu debates sobre o uso de recursos públicos em viagens oficiais, especialmente em um cenário de cobrança por maior controle dos gastos governamentais. As informações enviadas ao Congresso fazem parte dos mecanismos de transparência e fiscalização previstos na legislação brasileira.

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

21:48, 12 Fev

Imagem Clima

24

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Senador Flávio Bolsonaro.
Posição

Flávio Bolsonaro afirma que, se eleito, manterá Bolsa Família "enquanto as pessoas precisarem"

Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.

Vereadora do PSOL, Jô Cavalcanti, alvo de ataques e prefeito do Recife, João Campos.
Vídeo

Vereadora do PSOL sofre ataques nas redes sociais após assinar CPI para investigar João Campos

A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.

Faixada da Petrobras
Petroquímica

Petrobras abre mão de controlar Braskem e mantém participação minoritária

A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.

mais notícias

+

Newsletter