Michelle e Eduardo Bolsonaro na posse de Donald Trump Foto: Reprodução/ Redes Sociais
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) compartilhou uma foto nesta segunda-feira, 20 de janeiro, da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que estão presentes a posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump.
Bolsonaro foi impedido de comparecer à cerimônia devido a restrições legais que enfrenta no Brasil.
Na última quinta-feira, 16 de janeiro, o ex-presidente se irritou após ter tido o pedido de devolução de seu passaporte negado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
"Não estou indo para uma festa de batizado, da filha ou da neta de ninguém. É um evento de posse da maior democracia do mundo", disse.
Bolsonaro pediu o documento de volta ao ministro para viajar aos Estados Unidos e acompanhar a posse de Donald Trump, mas foi negado.
Em entrevista à Revista Oeste nesta quinta, o ex-presidente afirmou que Trump "tem um carinho" por ele e que o norte-americano "gostaria de apertar a mão" dele, ou não o teria convidado.
Indiciado pela Polícia Federal (PF) por tentativa de golpe de Estado, Bolsonaro ainda disse que os advogados vão recorrer da decisão, mas sabe que as chances de vitória são pequenas.
"Me senti como uma criança recebendo um presente", disse o ex-chefe do Executivo federal para narrar o momento em que foi convidado para a cerimônia.
A comunicação foi enviada para o e-mail do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), no último dia 8, pela equipe escolhida pelo republicano para organizar o evento.
O fato do convite ter sido feito por um endereço eletrônico desconhecido e sem a programação do evento fez com que Moraes solicitasse mais informações à equipe de advogados de Bolsonaro.
A defesa do ex-presidente havia pedido a liberação de seu passaporte, alegando que Bolsonaro foi "honrado ao receber, diretamente do Comitê de Posse Presidencial, convite formal" para participar das solenidades de posse nos EUA.
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Dados extraídos do celular do banqueiro revelam que ele prestava contas ao ministro do STF sobre as negociações de venda do banco e sugerem diálogos a respeito do inquérito sigiloso que tramitava na Justiça Federal de Brasília.
Até o momento, não foram divulgados os nomes das pessoas supostamente envolvidas.
O veto aparece em uma das trocas de mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular do banqueiro.
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