16 de fevereiro de 2024 às 12:08
Durante um voo que transportava ministros do governo Lula para a Etiópia, um passageiro faleceu após passar por uma crise de saúde e tentar abrir a porta da aeronave em pleno voo. A Ethiopian Airlines, responsável pelo voo, confirmou o incidente à coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de São Paulo.
Os ministros Vinicius Marques de Carvalho (Controladoria-Geral da União), Anielle Franco (Igualdade Racial), Wellington Dias (Desenvolvimento Social) e Silvio Almeida (Direitos Humanos) estavam a bordo da aeronave. O passageiro faleceu quando o avião tinha percorrido aproximadamente metade do trajeto, que tem duração de cerca de 11 horas.
Testemunhas relataram que o homem teve um surto, proferiu palavras desconexas repetidamente e tentou abrir a porta da aeronave antes de ser contido. Posteriormente, ele sofreu uma convulsão e veio a falecer.
A Ethiopian Airlines não divulgou a nacionalidade do passageiro, mas afirmou que ele não era brasileiro. Conforme informações da coluna da Folha, o homem era nigeriano.
"Nós não podemos passar informações pessoais, como nome ou causa da morte (…). Todas as medidas necessárias já foram devidamente tomadas", disse a empresa.
O avião da Ethiopian Airlines, que transportava os ministros brasileiros, pousou em Addis Ababa, capital da Etiópia, às 20h05 pelo horário local (14h05 pelo horário de Brasília), de acordo com informações do site FlightRadar24, que monitora voos ao redor do mundo.
Na Etiópia, os ministros têm como objetivo acompanhar o presidente Lula e participar da cúpula da União Africana.
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