Donald Trump e a primeira dama Melania Trump. Foto: Divulgação
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu nesta quinta-feira, 6 de novembro, em Brasília, Thiago de Carvalho, de 33 anos, suspeito de enviar mensagens com ameaças de morte ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e à primeira-dama, Melania Trump.
A prisão ocorreu durante a Operação Sentinel, deflagrada com apoio do Ministério Público do Distrito Federal, da Polícia Civil de Goiás e do Ministério da Justiça.
Segundo as investigações, Thiago enviou e-mails afirmando que pretendia atirar contra o casal durante a próxima aparição pública das autoridades norte-americanas. As mensagens, consideradas graves e detalhadas, chamaram a atenção das autoridades brasileiras e norte-americanas, que passaram a monitorar o suspeito de forma conjunta.
Um dia após o envio das ameaças, o homem foi até a Embaixada dos Estados Unidos, em Brasília, carregando uma mala. Ele tentou entrar no prédio, mas foi barrado na portaria pelos seguranças. O episódio acendeu um alerta imediato sobre o risco de um possível ataque, o que levou as forças de segurança a agir rapidamente para localizá-lo.
De acordo com a PCDF, Thiago é morador de Goiânia (GO) e estava hospedado na capital federal nos dias em que enviou as mensagens. As investigações apontam que ele viajou com o objetivo de colocar em prática as ameaças. Os agentes da Delegacia Especial de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC) cumpriram mandado de prisão e de busca e apreensão.
Durante a ação, os policiais encontraram na casa do suspeito desenhos com símbolos extremistas e referências ideológicas. O material foi apreendido e deve passar por perícia. A polícia também investiga se o homem agia sozinho ou se mantinha contato com outros grupos ligados a discursos de ódio.
As autoridades americanas já acompanhavam o caso. A polícia de Marlborough, no estado de Massachusetts (EUA), informou que Thiago possui um mandado de prisão em aberto por um ataque violento cometido em território norte-americano. O nome do brasileiro constava em bases de dados internacionais, o que reforçou a necessidade de ação conjunta entre as forças policiais dos dois países.
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