Militares do Hamas e Israel Arte: Portal de Prefeitura
O Hamas disse na sexta-feira, 14 de março, que aceitou uma proposta dos mediadores para libertar um refém americano-israelense vivo e os corpos de quatro pessoas de dupla nacionalidade que morreram em cativeiro.
O gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, lançou dúvidas sobre a oferta, acusando o Hamas de tentar manipular as negociações em andamento no Catar sobre a próxima etapa do cessar-fogo em Gaza.
O grupo não especificou imediatamente quando a libertação do soldado Edan Alexander e dos quatro corpos aconteceria - ou o que espera receber em troca. Também não é claro quais mediadores propuseram o que o Hamas estava discutindo. O Egito, Catar e EUA têm orientado as negociações, e nenhum deles confirmou ter feito a sugestão até a noite de sexta-feira.
Autoridades dos EUA, incluindo o enviado Steve Witkoff, disseram que apresentaram uma proposta na quarta-feira para estender o cessar-fogo por mais algumas semanas enquanto os lados negociam uma trégua permanente. O gabinete de Netanyahu declarou que Israel "aceitou o esboço de Witkoff e mostrou flexibilidade", mas que o Hamas se recusou a fazê-lo.
O grupo terrorista Hamas libertou no dia 8 de fevereiro, três reféns na Faixa de Gaza. Os civis foram soltos em troca de 183 prisioneiros palestinos detidos por Israel, como parte de um cessar-fogo que suspendeu temporariamente a guerra no território.
Inicialmente, os reféns foram levados a um palco, onde um combatente do Hamas mascarado segurava um microfone enquanto cada um deles fazia uma declaração diante do público. Nas liberações anteriores, os reféns não foram forçados a falar.
Depois, Israel confirmou que suas forças receberam os três reféns israelenses. Eles serão levados para tratamento médico e se reunirão com seus parentes após 16 meses em cativeiro.
A proposta do presidente dos EUA, Donald Trump, de transferir a população palestina para fora de Gaza - apoiada por Israel, mas fortemente rejeitada pelos palestinos e pela maior parte da comunidade internacional - não parece ter impactado a atual fase da trégua, que deve durar até o início de março.
No entanto, essa proposta pode complicar as negociações para a segunda e mais difícil fase, quando o Hamas deverá libertar dezenas de outros reféns em troca de um cessar-fogo duradouro.
O grupo pode relutar em liberar mais cativos - sua principal moeda de troca - se acreditar que EUA e Israel estão determinados a esvaziar Gaza, o que, segundo grupos de direitos humanos, violaria o direito internacional.
Estadão Conteúdo
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20:44, 13 Fev
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