O ministro da Fazenda afirmou que discute com o presidente Lula sobre a missão de ser candidato e negou estar fugindo do debate.
03 de fevereiro de 2026 às 12:09 - Atualizado às 12:36
Fernando Haddad em discurso. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse, nesta terça-feira, 3 de fevereiro, que não há porque ter pressa para definir seu futuro eleitoral em 2026. Em entrevista à Rádio BandnewsFM, ele afirmou que, em 2018, se tornou candidato faltando três semanas para o pleito e ainda chegou no segundo turno.
"Eu fui lançado candidato a presidente no dia 9 de setembro, faltando três semanas e eu fui para o segundo turno e eu fiz 45% no segundo turno. Se não houve pressa em 2018, porque essa pressa agora? Vamos analisar com mais calma, vamos ouvir as partes, o que cada um tem a acrescentar, o que cada um quer fazer", disse.
Ele afirmou que discute com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre se a missão de ser candidato é para ele dessa vez, mas negou estar fugindo de um sacrifício.
"Eu nunca me neguei a tarefa difícil, mas eu estava convicto de que aquela missão era para mim. Negar o sacrifício não é o que eu estou fazendo. Essa missão agora, é para mim? Esse é o ponto que eu estou discutindo com o presidente", completou.
Estadão Conteúdo
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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