Lula ao lado de Haddad. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, admitiu a possibilidade de deixar o comando da pasta para se dedicar à campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2026. A possibilidade, que já vinha sendo mencionada pelo próprio ministro em conversas reservadas, passou a ser tratada de forma mais aberta nos últimos dias.
Haddad sinalizou que pode se afastar do cargo já no começo do próximo ano. Nos bastidores do governo, a avaliação é de que uma eventual saída aconteça até abril, prazo final para a desincompatibilização eleitoral, exigência legal para que ocupantes de cargos públicos possam participar do processo eleitoral. Especialistas apontam que, com a aproximação do calendário de campanha, o ambiente econômico tende a ficar mais sensível, com reflexos na Bolsa de Valores e no mercado de câmbio.
Em entrevistas concedidas aos jornais O Globo e Folha de S.Paulo, o ministro afirmou que tem a intenção de contribuir diretamente com a campanha de Lula, embora descarte disputar cargos eletivos em 2026.
"Quero dar uma contribuição para pensar o programa de governo e para pensar como estruturar a campanha dele", disse.
Apesar da declaração pública de que não pretende concorrer, análises políticas indicam que Haddad pode acabar sendo lançado como candidato ao Senado ou ao governo de São Paulo. A leitura é de que, diante da ausência de um nome competitivo da esquerda no maior colégio eleitoral do país, o ministro surge como uma das principais opções para liderar uma disputa estadual, repetindo o cenário das eleições de 2022 e fortalecendo o palanque do PT no estado.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse no dia 26 de novembro, em entrevista à Globonews acreditar que a pauta que trata da redução da jornada de trabalho será debatida nas eleições majoritárias de 2026, mas já adiantou que não há definição sobre esse tema no governo.
"Não há definição sobre jornada de trabalho, mas o debate vai acontecer nas eleições de 2026", disse ponderando que, obviamente, há simpatia por debater a questão da redução da jornada de trabalho. "Esse debate é mundial", emendou Haddad.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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