A decisão faz parte de uma estratégia recomendada pelo novo ministro da Secretaria de Comunicação (Secom), Sidônio Palmeira, com o objetivo de aumentar a popularidade do presidente.
Presidente Lula Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passará a fazer pronunciamentos em cadeia nacional de rádio e TV a cada 15 dias para divulgar medidas e programas do governo federal.
A decisão faz parte de uma estratégia recomendada pelo novo ministro da Secretaria de Comunicação (Secom), Sidônio Palmeira, com o objetivo de aumentar a popularidade do presidente, segundo informações da Folha de S.Paulo.
O primeiro pronunciamento desse formato foi ao ar na última segunda-feira (24), quando Lula anunciou o pagamento da poupança estudantil do programa Pé-de-Meia e a gratuidade de medicamentos na Farmácia Popular.
A abordagem adotada pelo presidente foi informal, com uma linguagem acessível, buscando maior proximidade com a população.
A iniciativa ocorre dias após Lula afirmar que nem mesmo seus ministros estavam suficientemente informados sobre as ações do governo.
"Cabe ao governo fazer as coisas corretas e dar informação para vocês. Porque um governo que não dá informações, às vezes, não tem como militante defender. E eu sei que nós não demos as informações", disse o presidente durante a comemoração dos 45 anos do Partido dos Trabalhadores, ocorrido no último sábado (22).
O terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alcançou 13 pontos percentuais nos últimos três meses, uma avaliação muito negativa segundo pesquisa.
O apontamento foi realizado pela Confederação Nacional de Transportes (CNT), divulgada na terça-feira (25).
Entre os brasileiros que avaliam a gestão de Lula forma negativa, 12% afirmam que o governo é ruim, e 32% julgam ser péssimo. Somados, os números atingem 44%. Em novembro de 2024, a mesma pesquisa registrou 31% de rejeição ao governo.
Os brasileiros que avaliam positivamente totalizam 28,7%. Em relação ao último trimestre, quando o governo teve 35% de aprovação, os números caíram cerca de sete pontos percentuais.
O número de brasileiros que avaliam a gestão do presidente como ótima ou boa é o menor em 20 anos.
As piores avaliações do governo vem da economia (32%), segurança (20%) e saúde (13%), enquanto os brasileiros avaliam positivamente ajuda aos mais pobres (22%), educação (12,8%) e relações internacionais (10,7%).
A população demonstrou pessimismo em relação a emprego e renda mensal para os próximos seis meses: 35% dos brasileiros acreditam que o emprego não avançará, enquanto 31,7 % imaginam que vai piorar, e 30% creem em melhora.
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