Lula e Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse nesta terça-feira, 3, que o governo federal vai ter que tomar uma decisão caso as entidades investigadas pelo escândalo do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) provem que são inocentes.
Segundo Lula, os descontos indevidos começaram após um "afrouxamento" feito no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
"Houve um afrouxamento no governo passado das regras. Ou seja, as pessoas começaram a mandar nomes sem a nenhuma fiscalização, sem nenhum critério", disse Lula, em entrevista coletiva à imprensa na qual abordou diversos assuntos do governo federal.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse nesta terça-feira, 3 de junho, que o governo federal agiu de forma séria após detectar os desvios indevidos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Segundo Lula, o Planalto poderia ter feito um "show de pirotecnia", mas preferiu colocar a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) para investigar os casos.
"Nós detectamos que tinha um desvio. A gente poderia ter feito um show de pirotecnia como sempre se faz nesse País. Vamos fazer um show de pirotecnia, toda a imprensa dá manchete de jornal. Uma semana depois, todo mundo esquece e o roubo continua", afirmou o presidente, em entrevista coletiva à imprensa na qual abordou diversos assuntos sobre o País.
Lula voltou a dizer que os casos de fraudes no INSS começaram na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, os valores tirados indevidamente serão ressarcidos pelo governo.
"Quem errou vai ser punido. O que vai acontecer? Nós vamos devolver o dinheiro para os aposentados que foram lesados pela quadrilha", disse o presidente.
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