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Governo Lula ultrapassa valor de R$ 14 MILHÕES em gastos no 7 de setembro

Na última quinta-feira, as Forças Armadas recebeu de volta R$ 10 milhões e Secretaria de Comunicação da Presidência da República gastou R$ 4,3 milhões.

Isabella Lopes

25 de setembro de 2024 às 15:15   - Atualizado às 15:46

Governo Lula ultrapassa valor de R$ 14 MILHÕES em gastos no 7 de setembro.

Governo Lula ultrapassa valor de R$ 14 MILHÕES em gastos no 7 de setembro. Foto: Ricardo Stuckert

O governo teve um custo total que ultrapassou R$ 14 milhões com as comemorações do 7 de setembro deste ano na Esplanada dos Ministérios.

Segundo o Metrópoles, na quinta-feira, 19 de setembro, o Ministério da Defesa enviou R$ 10 milhões extras para as Forças Armadas recebe de volta pelo desfile do 7 de setembro. De acordo com dados da Lei de Acesso á Informação (LAI), o valor é o segundo maior desde de 2015. 

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Além disso, a Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência da República gastou R$ 4,3 milhões para organização e montagem da estrutura na Esplanada dos Ministérios. 

O valor de R$ 10 Milhões gasto pelas Forças Armadas foi utilizado para custear, por exemplo, a movimentação dos militares, a alimentação de tropas e a própria Esquadrilha da Fumaça. 

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Após o recebimento do valor de R$ 10 milhões pelo Ministério da Defesa, as Forças Armadas dividiram o dinheiro: a Marinha que ficou com R$ 3,7 Milhões, enquanto o Exército e a Força Aérea Brasileira (FAB) foram ressarcidos com R$ 3,1 milhões cada. 

Em 2023, foram utilizados 13,7 milhões pelas Forças Armadas, o maior valor do período. Já em 2022, o 7 de Setembro custou R$ 8,4 milhões aos militares. 

Governo Lula discute mudar regras de abordagens policiais 

O objetivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) é reduzir a letalidade das forças de segurança. Caso um ente federativo não siga as futuras regras, poderá ficar sem dinheiro do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). Uma minuta da nova portaria deve ir para consulta pública em breve, após a próxima reunião sobre o assunto, que acontece em outubro.

O documento, que ainda tramita internamente no MJSP, chegou a uma primeira versão no início deste mês de setembro, mas já era discutido desde janeiro por um grupo de trabalho — coordenado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública e com participação das polícias, de associações de agentes de segurança pública, dos secretários estaduais e dos Ministérios de Direitos Humanos e da Igualdade Racial. As diretrizes do Governo Federal atualmente estão na Portaria Interministerial 4.226/2010.

O grupo de trabalhou propõe alterar diversas regras desta regulamentação. Uma das propostas atuais é que o uso de arma de fogo seja uma medida de último recurso. Hoje, a diretriz é para não disparar, a não ser em casos de legítima defesa ou contra perigo iminente de morte ou lesão.

Outro objetivo é suprir lacunas da portaria, que não apresenta diretrizes para muitos pontos. Neste sentido, a proposta é incluir, por exemplo, uma diretriz para que os agentes de segurança pública gravem suas operações em vídeo sempre que possível. A minuta também prevê que os agentes devem documentar e justificar todas as decisões tomadas durante operações.

Quanto às abordagens, o documento sugere que o policial informe de forma clara o motivo de estar revistando o cidadão e os direitos que a pessoa tem. Também recomenda que o nome da pessoa revistada, as razões da abordagem e os procedimentos adotados sejam registrados. Ainda de acordo com a proposta, uma abordagem exige “fundada suspeita”, ou seja, indícios de posse de arma ou outro objeto que indique delito.

Portanto, elementos subjetivos não são suficientes. Para buscas domiciliares sem mandado judicial, também há sugestão de que os agentes peçam e registrem o consentimento do morador. Outra proposta é que as algemas sejam usadas apenas quando houver resistência, risco de fuga ou perigo à integridade física de alguém.

O seu uso excepcional deve ser justificado por escrito. Por fim, operações devem ser planejadas de forma estratégica e considerar informações de inteligência, para reduzir riscos e uso inadequado da força.

Da redação Portal de Prefeitura com informações do Metrópoles e Estadão Conteúdo

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