Novo slogan do Governo Lula Arte: Divulgação
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotará um novo slogan para apresentar as ações e fortalecer a comunicação.
A partir da semana que vem, as peças publicitárias trarão a frase “Do lado do povo brasileiro” no lugar de “União e Reconstrução”, slogan adotado no início do governo.
A nova marca foi apresentada na reunião ministerial comandada pelo presidente Lula na manhã desta terça-feira, 26 de abril. Durante a reunião, Lula e os membros do governo usaram um boné com os dizeres "O Brasil é dos brasileiros".
Dentro do governo, há um entendimento de que a etapa de "união e reconstrução" do país já foi cumprida e o novo slogan sinaliza as ações para reta final do mandato, focadas em defender a soberania, buscar justiça social e "cuidar das pessoas".
Nesta manhã, ao comandar a reunião de ministros, o presidente reafirmou a defesa da soberania nacional e criticou a política do governo dos Estados Unidos de elevar as tarifas contra parceiros comerciais.
De acordo com Lula, o Brasil não aceitará “desaforo, ofensas e petulância de ninguém”. Lula orientou seus ministros a defenderem a soberania do país em seus discursos públicos. Ainda assim, disse que o governo brasileiro segue à disposição para negociar as questões comerciais.
"Se a gente gostasse de imperador, o Brasil ainda seria monarquia. A gente não quer mais. A gente quer esse país democrático e soberano, republicano”, acrescentou.
O presidente ainda criticou a atuação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) junto ao governo norte-americano e defendeu que o Congresso Nacional comece a discutir a cassação do parlamentar, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Eduardo foi morar nos Estados Unidos em março, sob a alegação de perseguição política. Desde então, tem atuado junto às autoridades norte-americanas para a aplicação de sanções ao Brasil.
Para Lula, o comportamento do deputado é, “possivelmente, uma das maiores traições que uma pátria sofre de filhos seus”.
Estadão Conteúdo
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A AtlasIntel ouviu 5.018 entrevistados, com 16 anos ou mais, pela internet, de 11 a 16 de setembro.A margem de erro é de 1 ponto porcentual (p.p.), para mais ou para menos.
Para 51,6%, o governo Lula é "ruim" ou "péssimo", ante 40,9% que classificam como "ótimo" ou "bom" e 7,6% que enxergam como "regular".
Quando são considerados apenas os votos válidos, Flávio venceria Lula no 2º turno por 50,2% a 49,8%.Nos outros cenários testados, o atual presidente venceria todos os demais candidatos.
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