Fernando Haddad com Máscara de Lula Foto: Divulgação
O Governo Federal encerrou setembro de 2025 com déficit primário de R$ 14,49 bilhões, segundo relatório do Tesouro Nacional divulgado nesta quinta-feira (30). O valor representa piora em relação ao mesmo mês de 2024, quando o déficit registrado foi de R$ 5,1 bilhões (sem correção pela inflação), evidenciando desafios no equilíbrio das contas públicas.
O resultado do Governo Federal reflete a diferença entre o superávit de R$ 6,4 bilhões registrado pelo Tesouro Nacional e Banco Central e o déficit da Previdência Social (RGPS), que atingiu R$ 20,9 bilhões. A Previdência continua sendo o principal fator que pressiona as contas públicas, impactando diretamente o resultado fiscal do país.
Em termos de receitas, o Tesouro destaca o desempenho da Receita Federal, com crescimento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que aumentou R$ 2,3 bilhões, e da arrecadação líquida da Previdência (RGPS), que subiu R$ 6,2 bilhões. Por outro lado, a arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) caiu R$ 2,2 bilhões, mostrando que nem todas as fontes de receita conseguiram acompanhar o ritmo das despesas públicas.
No acumulado de 2025, a receita total do Governo Federal cresceu R$ 78,1 bilhões (3,8%) em termos reais, enquanto a receita líquida avançou R$ 58,4 bilhões (3,5%). Apesar desses avanços, o aumento das despesas, especialmente previdenciárias, manteve o déficit primário acumulado em 12 meses em R$ 35,6 bilhões, ou 0,32% do Produto Interno Bruto (PIB).
Especialistas em economia reforçam que o déficit do Governo Federal evidencia a necessidade de reformas estruturais e medidas de contenção de gastos. “O crescimento da arrecadação é positivo, mas a pressão das despesas obrigatórias, especialmente da Previdência Social, continua sendo decisiva para o resultado fiscal”, afirma Ricardo Albuquerque, economista da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas.
O cenário fiscal reforça a urgência de estratégias que combinem aumento de receitas com controle de despesas, garantindo maior estabilidade nas contas públicas e sustentabilidade econômica a médio e longo prazo.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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