A ministra da Secretaria de Relações Institucionais criticou bolsonaristas pelos ataques contra o petista disse que Bolsonaro fez diversas declarações machistas ao longo dos anos.
Gleisi Hoffmann toma posse como ministra de Lula Foto: Ricardo Stuckert / PR
A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, defendeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de críticas por uma declaração considerada machista feita a tarde da quarta-feira, 12 de março.
Em evento no Palácio do Planalto, Lula disse que nomeou uma "mulher bonita" para liderar a articulação política e diminuir distância para o Congresso.
Em publicação no X (antigo Twitter) nesta quinta-feira, 13, Gleisi criticou bolsonaristas pelos ataques que fizeram a Lula e disse que o ex-presidente Jair Bolsonaro fez diversas declarações machistas ao longo dos anos.
Bolsonaristas atacaram o presidente ao longo do dia, acusando-o de ter feito uma fala machista.
O líder da oposição na Câmara, Luciano Zucco (PL-RS), por exemplo, disse que é "curioso notar que, em um cenário onde se espera que líderes promovam igualdade de gênero e valorizem a competência profissional, nosso presidente opta por reduzir uma mulher a sua aparência física".
Gleisi disse que "gestos são mais importantes que palavras" e que o presidente Lula é o que "mais empoderou as mulheres".
"Repudio os ataques canalhas de bolsonaristas, misóginos, machistas e de violência política. Desprezam as mulheres. Não me intimidam nem me acuam. Oportunistas tentando desmerecer o presidente Lula. Gestos são mais importantes que palavras. Não teve e não tem outro líder como o presidente Lula que mais empoderou as mulheres", afirmou, em publicação no X.
Gleisi citou que Lula lançou Dilma Rousseff à Presidência da República, fazendo da petista a primeira mulher a ocupar o cargo Também mencionou que o atual presidente foi apoiador de sua candidatura à presidência do PT.
"Não é qualquer líder que ousa lançar a primeira mulher presidenta do País, a primeira presidenta do PT, o que mais nomeou mulheres ministras, nas estatais, no Banco do Brasil, na Caixa, no Superior Tribunal Militar (STM) e outros tantos lugares. Que moral vocês têm? Vocês esqueceram das entrevistas, dos vídeos em que Bolsonaro agrediu as mulheres, estimulando a violência política e física, o preconceito, o machismo? Canalhas, respeitem a inteligência do povo brasileiro", declarou
Estadão Conteúdo
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Durante o discurso, o parlamentar apresentou vídeos e relatos de candidatos e portais que afirmam ter sofrido retirada de publicações, aplicação de multas e até derrubada de perfis após denúncias em massa.
A pesquisa também mostrou diferença na taxa de desaprovação dos dois governantes. Enquanto 33% dos entrevistados desaprovam o petista, o índice é de 29% para Raquel Lyra.
A candidata à reeleição reuniu apoiadores pelas ruas do município na noite do domingo, 23 de agosto, e reforçou a importância da região em sua trajetória política.
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