Tarcísio de Freitas. Foto: Marco Galvão/Alesp
A aprovação do governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos) em São Paulo atingiu 65,8%, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (14) pelo instituto Paraná Pesquisas. Outros 30,6% dos eleitores afirmaram desaprovar a gestão estadual, enquanto 3,6% não souberam responder ou preferiram não opinar.
Em relação ao levantamento anterior, realizado em agosto, a aprovação teve leve queda de 0,2 ponto percentual, passando de 66% para 65,8%. Já a desaprovação apresentou pequena alta, de 30,3% para 30,6%.
O estudo também avaliou a percepção geral sobre o governo. Para 50% dos entrevistados, a administração é considerada ótima ou boa, enquanto 21,5% a classificam como ruim ou péssima.
A pesquisa ouviu 1.680 eleitores em 86 municípios paulistas entre os dias 9 e 12 de outubro. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo, respondeu, na quinta-feira, 9 de outubro, às alegações de que teria trabalhado para derrubar a medida provisória da taxação na Câmara e criticou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Em vídeo publicado em seu perfil no Instagram, o administrador estadual afirmou ainda que as acusações fazem parte de uma "ampla campanha de desconstrução de imagem e reputação por parte do PT"
"A gente está aqui numa agenda no interior, trabalhando firme em prol do estado de São Paulo, mas deixa eu interromper vocês um minuto, porque paciência tem limite. Há meses a gente vem sendo alvo de uma ampla campanha de desconstrução de imagem e reputação por parte do PT. Ofensas, mentiras nas redes sociais, tudo certo, nada diferente do que a gente sempre viu no PT. A estratégia do PT sempre foi essa: vender o mundo perfeito na publicidade, gastando o seu dinheiro para isso, para espalhar também medo e ódio sobre quem pensa diferente deles. Mas eu quero chamar a atenção para um fato que beira o absurdo. Agora o PT quer me acusar de ter trabalhado para evitar que o governo cobre mais impostos da população"
Além disso, o governador de São Paulo também afirmou que a sigla está "jogando uns contra os outros e inventando culpados".
"Agora, ficar jogando uns contra os outros de forma absurda e querer que a população apoie aumento de impostos, e eram 10 impostos que iam ser aumentados ontem, ninguém, nem eu, nem o país, vai apoiar. Já chega. Pare de inventar culpado, tenha vergonha, Haddad. Respeite os brasileiros, cortem gastos, pensem que a gente precisa governar, a gente precisa sair do palanque, a gente precisa trabalhar e fazer a diferença, porque é isso que a gente está fazendo aqui em São Paulo."
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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